A LUA DE MEL

1820 Words
Ao saírem do jatinho, Maya percebeu que Thomas estava de bom humor. Contudo, não esperou por ela, saiu andando na frente, enquanto ela se esforçava o máximo tentando alcançar- lo e acompanhar seus passos, Thomas não dava a mínima para ela, ele caminhava pensando com ele mesmo, que ela já atingindo o objetivo de se casar com ele, e que ele não precisava a paparicar como o pai fazia, que o que ele só queria dela era atingir o seu objetivo que era ter filhos com ela nada mais. Era exatamente, só aquilo que ele queria dela e depois de ter seus filhos e dar netos a seus pais, iria fazer de tudo para fazê-la enjoar dele o mais rápido possível, assim ela pediria o divorcio onde o paizinho dela não iria poder fazer nada contra ele. Eles chegaram até o carro que estava os esperando para levarem até o cais onde pegariam um iate de luxo da família Ritz, para seguir para a casa de praia em uma ilha particular que pertencia ao senhor Gomes Ritz. Thomas estava muito surpreso com tudo aquilo, pensando com ele mesmo, como um homem que veio de uma família tão simples tinha ficado tão rico daquele jeito? Aquela assim como tantas outras perguntas não saia de sua cabeça. Mas de uma coisa ele sabia, tudo aquilo não surgiu do nada. Como seu pai mesmo falava. O Senhor Gomes, não era flor que se cheirasse. Ninguém chegava onde ele chegou sendo um homem do bem e fazendo coisas boas. Mas Thomas, não queria fazer parte daquilo, então, iria fazer o que pudesse para se manter longe de todos os negócios obscuros daquela família. A viagem de barco foi um pouco longa. Mas enfim chegaram, Thomas desceu do barco e deu a mão para Maya descer, assim que ela colocou os pés em terra firme, ele já foi logo dizendo para ela: — A partir de hoje eu não quero que você tome mais pílulas. Maya o olhou surpresa, e já falou alto. — O QUE?! VOCÊ ESTÁ MALUCO, EU NÃO QUERO FILHOS AGORA, THOMAS, NÓS ACABAMOS DE NOS CASAR E VOCÊ JÁ QUER TER FILHO? Ele muito calmo, virou para ela e falou: — Sim, e não é filho, é filhos, por que, você não quer me dar filhos? Se for isso, me fala logo. — Thomas, não é isso, mas vamos nos curtir primeiro, acabamos de nos casar e tem meu trabalho, eu não posso engravidar agora… — Pode sim, e vai! Eu quero filhos, meus pais e os seus, querem netos logo! Então, se você não está afim, me fale logo. Thomas falou e começou a andar na frente novamente deixando-a para trás sozinha. Maya gritou. — Ah é, e se eu não quiser lhe dar filhos, o que você vai fazer? Mais uma vez, ele parou a olhou e falou calmante com sarcasmo. — Não queira descobrir. — Dito aquilo ele caminhou até a casa e ao entrar na grande casa viu que era uma casa muito luxuosa. Os empregados os recepcionaram. Uma senhora de meia idade, logo que viu Maya se aproximou falando: —Oi, senhora Maya, meus parabéns pelo casamento, já, já, o almoço estará pronto e só o tempo de vocês se refrescarem e se trocarem e eu já os servirei. — Obrigada dona Vera. — disse Maya entrando e seguindo direto para o quarto que foi preparado para o casal. Thomas, a seguiu, pois não conhecia a casa. Ao chegarem, quando Maya entrou no banheiro, ele vasculhou a bolsa dela a procurar do anticoncepcional que logo o encontrou, colocando no bolso da bermuda. Quando Maya saiu do banheiro ele entrou e já lá dentro, tirou um por um dos comprimidos e jogou na privada e deu descarga, depois enrolou a embalagem no papel higiênico e jogou fora, pensando que daquele jeito ela iria ficar com dúvida se levou ou não. Em seguida tomou banho e colocou a sunga de banho e saiu a encontrando ainda no quarto, mas antes que ela saísse ele a jogou na cama e falando em seu ouvido: — Já que eu quero filhos então acho melhor começarmos a praticar bastante né minha esposa. Dito aquilo, arrancou as suas roupas dela e transou com ela mesmo ignorando o que ela dizia. “Que não era hora para aquilo, que eles não estavam sozinhos em casa e que todos estavam acordados. Contudo, Thomas não deu importância alguma, e ainda falou: — Não se preocupe, meu amor, todos sabem para que nós estamos aqui, eles sabem que nós estamos em lua de mel, então minha querida, fique a vontade se quiser gritar, pois isso faz parte da i********e de todos casais”. Depois que terminou de fazer o que bem quis. Thomas voltou para o banheiro e tomou outro banho, enquanto ele se banhava, Maya chorava na cama, pois a sua lua de mel não estava saindo como ela imaginava. Thomas havia mudado de um dia para o outro. Ela se perguntava, o que tinha acontecido com ele para ter mudado tanto depois que se casaram. Thomas saiu do banheiro e ao vê-la amuada perguntou. — Você não vai descer para almoçar? — Sim, mas vai indo, que eu vou tomar banho e já desço. Ao ouvi-la ele saiu do quarto sem olhar para trás, Maya seguiu para o banheiro, ligou o chuveiro e ficou embaixo da água por um bom tempo, quando ela chegou no andar debaixo encontrou com a senhora que lhe falou: — Oi, Senhora Maya, seu esposo já almoçou e saiu para conhecer a praia, ele disse que a senhora não estava disposta no momento, que depois desceria para almoçar. Maya ficou chateada, mas disfarçou bem para dona Vera não perceber nada. — Tudo bem, eu não estou com muita fome, então só vou comer um pouquinho. Ela almoçou e depois seguiu para a grande varanda, se deitou na rede e ficou deitada, até que adormeceu com a brisa daquele lugar que era muito boa para relaxar e se acalmar. Quando Maya acordou, já estava escuro, ela então se levantou e foi até a cozinha, encontrando dona Vera no fogão preparando o jantar. Maya seguiu até a geladeira, pegou a jarra de suco e levando até o balcão pegou um copo, e perguntou: — O senhor Thomas já voltou? — Sim senhora Maya, ele chegou não tem muito tempo, ele foi direto para o quarto. Depois que bebeu o suco, Maya subiu para ver o que Thomas estava fazendo, ao entrar no quarto, viu que ele estava dormindo todo jogado na cama, sentou-se na poltrona de frente para cama e ficou o observando dormir, tão tranquilo que nem parecia aquele homem amargurado de mais cedo. — Eu te amo tanto Thomas, não quero te perder, mas eu não vou ter filhos enquanto você não esquecer aquela mulher e me amar. Maya ficou ali por muito tempo, mas Thomas não acordou então ela desceu e foi caminhar na praia como era uma ilha particular não tinha perigo e além do mais tinha os seguranças da ilha que ninguém os via mas eles estavam sempre por ali. Quando voltou já passava das dez da noite, ao entrar na sala, se despertou com uma sombra sentada em um canto da sala no escuro, ela levou um susto, mas logo reconheceu o dono daquela sombra. — Aí Thomas, que susto que você me deu o que você está fazendo aí no escuro? A dona Vera não tem o costume de deixar a casa no escuro. — Ela não deixou, eu apaguei as luzes, eu queria ficar no escuro. Por que você se incomoda? — Não, eu também gosto, agora mesmo estava sentada na praia no escuro, bom, não está tão escuro, já que a lua está linda! Thomas, eu quero conversar com você. — E mesmo e sobre o que você quer conversar? — Thomas, eu te amo e sei que você não me ama! Mas, mesmo assim, eu estou disposta a lhe dar filhos, mas não agora, Thomas, nós acabamos de nos casar, vamos esperar mais um tempo. Olhando-a ele falou: — Tá bom, se é assim que você quer eu espero. — Jura Thomas? — Sim, claro, mas tem uma condição. — E qual é? — Nós só vamos ter relação s****l quando você estiver pronta para me dar filhos, então quando voltarmos, vamos dormir em quartos separados. Ouvindo-o, Maya ficou de boca aberta, ela não estava acreditando no que ele havia falado. — O que?! Thomas, você realmente está louco, o que meus pais vão falar? — Ué você explica pra eles que você não quer ser mãe e por isso eu quero me separar de você. — O que?! Você está maluco, Thomas, meu pai jamais vai aceitar isso, ele confia em mim. — Sim, eu sei que ele confia em você, mas ele me falou que quer netos logo, então você vai dizer pra ele que quem não quer ter filhos e você e quando uma mulher não quer dar filhos ao seu esposo, no ponto de vista do seu pai, ele não vai aceitar isso muito bem né mesmo minha querida, Maya Ritz, então, você vai querer arriscar mesmo, porque eu vou ter um bom motivo para não querer mais ficar com você. — depois que disse aquilo, Thomas, seguiu na direção da porta, mas antes de sair ao passar pelo bar que tinha em um canto da sala repleto de bebidas caras pegou uma garrafa de whisky e saiu a deixando ali sozinha. Maya caiu sentada no sofá e ficou ali por um bom tempo chorando e pensando como iria ser seu futuro, se valeu a pena casar-se com Thomas. Ela não soube a hora que adormeceu, já era de madrugada quando Thomas entrou em casa bêbado e quase caiu por ter tropeçado em uma das mesinhas de canto do sofá. Ao ouvir o barulho, Maya acordou assustada e o viu cambaleando, ela se levantou falando: — Thomas, você está bebendo? Ele respondeu imediatamente. — Sim, e qual é o problema de eu ter bebido um pouquinho. — Nem uma Thomas, você tem todo o direito de se embebedar na nossa maravilhosa lua de mel. — falou ela subindo as escadas. Enquanto ele subia logo atrás, ao chegar no quarto ele a agarrou e a jogou na cama falando: — Estamos em lua de mel meu amor, então vamos aproveitar o mel né mesmo minha linda esposa, como seu pai me disse, se eu me casasse com você, eu teria uma esposa linda, então eu vou usar bastante essa minha esposa linda, ele falou arrancando toda as roupas e expondo o lindo corpo de sua esposa a qual ele mesmo não sabia por que sentia tanto desejo em f********o com ela. Depois que fez o que bem entendeu, se deixou cair ao lado dela e adormeceu.
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