Sigo sozinho. O caminho inteiro é uma tortura. Quanto mais penso menos respostas encontro. E isso me irrita. Quando finalmente chego à Sede, continuo sem nenhuma ideia do que está acontecendo. Estaciono, saio do carro e entro no prédio vendo que tudo parece normal. Funcionários, segurança e movimentação comum. Nada fora do lugar. Subo até o escritório principal e bato na porta ao chegar. — Entre. Assim faço e Fabrício já me espera. Algo imediatamente chama minha atenção quando ele me vê e parece satisfeito como se estivesse feliz por me ver. Isso só aumenta minha desconfiança. — Dominik. — Ele se levanta e aperta minha mão. — Sente-se. Obedeço. Fabrício retorna para sua cadeira, cruza as mãos sobre a mesa e me encara fixamente. — Não vou fazer enrolações, vou direto ao ponto. —

