PONTO DE VISTA DE ELIZA A luz das velas refletia na mesa de guerra, destacando os mapas de batalhas traçados e as posições estratégicas marcadas em tinta nítida. Meus olhos permaneciam fixos em Alexander, inclinado sobre a mesa. Ele franzia as sobrancelhas enquanto seus dedos passeavam pelo mapa. Sua presença era magnética, como uma força que exigia atenção, respeito. Ele parecia ainda mais deslumbrante quando estava concentrado – o franzir das sobrancelhas, os lábios comprimidos em uma linha fina, os fios de cabelo caindo sobre o rosto, a forma como ele flexionava os músculos. Eu estava admirada. Minha loba ronronava de satisfação. A visão dele assim era o suficiente para me fazer arder por dentro. Eu tive que apertar as coxas para me controlar. Ele era tão naturalment

