PONTO DE VISTA DE ALEXANDER No instante em que Eliza entrou na tenda com suas companheiras, meu olhar a seguiu involuntariamente. Não foi intencional, nem algo sobre o qual eu tinha controle. Ela capturava minha atenção como uma força da natureza. Era uma atração intensa e irresistível que me deixava sem defesas contra ela. Nunca havia sentido algo assim por alguém antes. Honestamente? Nunca imaginei que pudesse sentir. O que sinto por ela é genuíno e tão forte que, às vezes, chega a me assustar. Seus movimentos tinham uma certa graça. Tudo o que ela fazia era calculado, mas havia um cansaço na maneira como ela se movia. Meus olhos desceram até seu ombro, e lá, vi uma lesão. Além disso, havia sangue. Era um ferimento recente. Não pude evitar sentir preocupação ao ver aquilo.

