Era manhã, Don acordou sentindo a respiração de karol contra seu braço, ele virou o rosto e a viu agarrada a ele, então sorriu involuntariamente e deslizou o dedo pela bochecha dela. — bom dia. — ela disse em um sorriso. — bom dia. — como se sente? — um pouco melhor, não vai trabalhar hoje? — não, estou de folga e amanhã também. — mesmo assim deveria ir pra casa descansar. — eu não estou cansada Ruan, dormi muito bem. — Karol colocou as mãos sob o peito dele e apoiou o queixo o olhando diretamente nos olhos. — por que não me chama de Don como todos os outros? — prefiro seu nome, é muito mais bonito. — você é a única que chama assim. — você não gosta? — gosto, quando me chama por meu nome me sinto uma pessoal normal. — você é normal, só meio louco, mas é normal. — ela disse o f

