⚜️🔱CAPÍTULO 2🔱⚜️

1346 Words
♣️CAPÍTULO 2♠️ HADES Fiquei com a imagem daquela pequena mulher na minha cabeça. Ela era brava e de certo modo gostava desse tipo de mulher, que esbraveja, grita, mas no final ficam mansas em meus braços. Mas qual a chance de vê-la novamente? Nenhuma! Eu indo para um lado e ela para outro e sabe se lá pra onde. Assim que chegamos ao hotel Fabrizio já queria sair para curtir. Mas eu queria mesmo era curtir a vista que a suíte que ele havia comprado me proporcionava. O mar era perfeito, o azul daquele imensidão acalmava o demônio que habitava em mim, até a parte dois, até a parte que meu celular começa tocar e vejo na tela que é o insuportável do meu pai. - Olá Marconi, preocupado se já cheguei? – digo rindo - Preciso saber se pode voltar antes, eu preciso de você aqui – ele diz gritando - Eu não sou surdo e volto daqui 4 dias como falei, não me ligue se não for urgente. Até mais ver – digo desligando e deixando o velho em estado de nervos. Logo Fabrizio entra em meu quarto, todo afoito... - Vamos, vamos para piscina e quem sabe arrumar uma brasileira pra esquentar sua cama e aliviar seu stress – ele diz rindo Apenas dou risada e peço que espere aos menos que troque de roupas, afinal ir para piscina de terno não seria de bom tom. Embora meus dias se resumisse em trabalho, perseguição, reuniões, eu mantinha uma rotina de treinos que me deixavam em forma, e uma boa forma. Nesses um metro e noventa e cinco eram distribuídos alguns músculos definidos e eu me orgulho dessa forma, por ter a consciência de que não sou mais um garotinho de 20 e poucos anos. Quando chegamos na área da piscina atraímos alguns olhares, mas nada de mais, nos servimos de uma bebida famosa, caipirinha de limão. Era suave e ao mesmo tempo amarga como eu. Fico ali sentado observando tudo e todos. - Não perde a mania de encarar as pessoas Hades – Fabrizio diz rindo - Tenho a impressão que não relaxo nunca, embora aqui no Brasil não tenhamos inimigos – digo sério - Não tem o que se preocupar, ninguém sabe dessa viagem. Então não é possível sermos seguidos até aqui – ele diz dando um gole da bebida doce. Ficamos ali um tempo falando de negócios ele apontando algumas teorias de conspiração contra os Santoro, e supostos traidores a nossa volta. Nem vemos a hora passar, o clima era agradável, calor! Fabrizio decide se levantar para ir ao banheiro e quando se levanta esbarra numa loira que diga-se de passagem era bem atraente fazendo com a bebida que portava derramasse toda - Desculpe-me – Fabrizio diz com um sorriso no canto da boca e eu já tinha ganhado qual era a dele ali. - Não é nada – a loira diz se limpando - Qual seu nome linda? Ele inquire e eu rio - Roberta, me chamo Roberta. Você me entende bem? Ela diz gesticulando - Sim, entendemos sim – respondo rindo - Sente-se conosco linda – ele diz puxando a cadeira O Fabrizio era pervertido e quando éramos mais novos já havíamos dividido outras mulheres. Não pense que gosto de homens, não, longe mim. Mas dividir mulheres assim era uma brincadeira divertida. Ela era uma mulher atraente mas não fazia meu tipo, mas não deixaria de me divertir se acontecesse algo ali. Conversa vai conversa vem, Fabrizio já estava quase engolindo a bela moça. - Seu amigo não é muito de falar né? – ela diz mordendo os lábios - Não sou muito de falar, mas posso te mostrar o que faço – digo apoiando os cotovelos na mesa e segurando em seu queixo - Ficaria com nós dois linda? – inquire Fabrizio e completo: - Não faremos nada que não queira, as regras serão suas! - Meus então? – ela diz com cara de safada - Sim, tudo seu – Fabrizio diz e desfere um beijo leve em seus lábios Bom, eu já estava ali mesmo e eu gostava da curtição, precisava relaxar e seria bom como sempre foi. Subimos para o quarto do Fabrizio e ela já estava bem a vontade. Deslumbrada com a vista da suíte, pedi algumas garrafas de espumante para deixar o clima mais agradável e confortável. Quando tiro minha arma a cintura percebo que ela fica receosa. - Tens medo linda? – digo rindo passando a arma entre seus s***s, que por sinal eram fartos - Não tenho, mas espero sair viva daqui – ela diz com um sorriso amarelo em seu rosto Puxo ela para meu peito e me enfio em seus lábios num beijo quente e molhado. Sinto seu corpo sendo pressionado ao meu e percebo que Fabrizio a pegava com força também por trás, beijando seu pescoço e ombros. Era bom ouvir os gemidos baixos dela em minha boca. Parecíamos dois lobos brigando por um pedaço de carne. Fui abrindo os botões de sua camisa e dando espaço para aqueles seiös lindos e fartos. Ela gemia baixinho enquanto sugava um de s***s e não demora para que Fabrizio pegue o outro... - AINNNN Meu Deuuus que delicia – ela gemia mais alto segurando nossas cabeças forçando mais a mamada Estávamos com tanta fome dessa mulher que não deixávamos ela respirar. Peço que ela se deite na cama ficando embaixo para que consiga chupar aquela büceta que estava pingando de tesãö. Ela rebolava sem parar em meu rosto enquanto Fabrizio fodiä com força seu cuzinhö com a língua. Queríamos apenas dar prazer a ela, ver seu corpo transbordar de maneira surreal. - Só vamos te penetrar se você pedir linda – diz Fabrizio em seu ouvido - Me fodë por favor - ela diz e sorri - Um de cada vez ou os dois? – digo baixo - Quero vocês dois dentro de mim – ela diz ofegante As brasileiras tinham fama de que eram fascinadas por sexö, e essa aqui estava de parabéns! Quando estávamos nos preparando ela olhava para meu paü e mordia os lábios... - Você quer? – digo rindo Ela rapidamente se coloca de quarto e cai de boca, e que boca Mio Dio! Fabrizio aproveita a posição e vai entrando nela devagar, e era bom demais ver ela sendo fodidä assim, todo empinada! Logo trocamos de posição... - Se não estiver bom, machucando, nos avise que paramos linda – Fabrizio sussurra em seu ouvido e ela assente com a cabeça Ela senta no meu paü, e num movimento torturante de vai e vem gostoso que me leva a loucura, que mulher boa. Logo se inclina pra frente enfiando os seiös em meu rosto tornando possível abocanhar um deles. Quando Fabrizio começa entrar nela, os gemidos era bem mais altos, um misto de prazer e dor. - Tá gostoso linda? – inquiro a fim de saber se podemos continuar - Está, aiiiinnnn estaaaa sim – ela diz entre gemidos Deixamos que ela controle os movimentos e a safada tinha jeito, rebolava pra um caralhö sentindo as duas rolas dentro dela. - Ah Papi, não vou segurar muito tempo – Fabrizio diz alto - Aaaaaã vou gözar – ela grita Embora estivesse muito bom, eu ainda precisava de mais para gozär. Assim que Fabrizio sai de cima dela, peço que se mantenha de quarto, na beirada da cama e assim ela faz. Seguro firme com uma mão em sua cintura e a outra em seu pescoço e entro firme nela. As estocadas eram firmes e fortes, meu paü estava uma rocha e pronto para encher aquela bücetinha de porrã. - AHHHHH Hadeeeess, você vai me matar – ela diz segurando minha mão em seu pescoço - Então morre troietta , morre no meu paü – gemo alto, jorrando dentro dela. Sinto o corpo dela ficar mole, e quando a solto vejo que está sem reação. - Que porrã você fez maldito? - grita Fabrizio pegando o corpo desfalecido enquanto tento me recompor Caralhö, mätei a mulher!
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