20. Lauren

2279 Words
Camila estava com saudades de casa. Ainda não estava fora um dia inteiro, mas estava quase doendo de saudade. E não era de Tebow que estava com saudades, ou de seus irmãos. Camila tinha saudades dela. Ela dormia em seus braços toda noite, mas agora se goze como se uma parte de si existiu cortada. Nunca teria acreditado que um pedacinho de menina poderia entrar sob sua pele do jeito que ela tinha. Ela pensava nela o tempo todo. Lauren a surpreendido, se encaixava em sua vida como se pertencesse a ela. Nada era demais, ela com frequencia ajudava em todos os projetos que eles assumiam. Isso é, ela tentava, Camila teve um tempo difícil tentando tentar-la segura. Além de seu medo exagerado de cobras, ela era absolutamente destemida. Ainda outro dia, ela tentou convencer um de seus maiores touros Beefmaster para entrar em uma baia para que ela pudesse dar-lhe um banho. O digno, registrado, sangue-azul não estava se divertindo. Nem Camila. Uma e outra vez ela comparava o quanto sua ex era diferente dela. Havia pedido um telefonema de seu vizinho, Clyde Cummings, um viúvo idoso. Embora a viagem tivesse sido uma necessidade, Camila estava feliz que estava quase acabando. Nunca a estrada tinha parecido tão longa de Austin a Kerrville. Nunca tinha sido tão tentada a derrubá-la. Quando chegou à última etapa da viagem, uma estrada de terra que levava do asfalto para o portão do rancho Tebow nunca aprovado tão acolhedora. Ela notou as flores silvestres que cresciam ao longo do caminho. Sempre foi sido tão brilhante e colorido? Tudo parecia melhor de alguma forma, ou era mais doce, a comida era mais saborosa, inferno, ela até gostava mais de seus inúteis irmãos. Principalmente, não podia esperar mais para tê-la em seus braços novamente. O amor da noite passada só a tinha familiarizado com fome por mais. Essa era uma maneira que sempre foi, ela apenas não se cansava de Lauren Jauregui. Por fim, ela tinha repensado seu futuro. Ela tinha tomado uma decisão. A grande decisão. Ela á queria em sua vida, não havia nenhuma maneira que pudesse enfrentar uma vida sem ela. Casamento não era a palavra que iria usar ainda, mas estava pensando nisso a longo prazo. O único problema seria convencê-la disso. Algo estava segurando-a. Ela sabia que se importava. Não há dúvida nenhuma dúvida sobre isso, ela mostrou-lhe todos os dias de mais maneiras do que poderia contar. Por que ela estava tão inflexível que seu tempo juntos era curto? Sim, sabia que tinha sido sua ideia para começar. Inferno, estava pronta para admitir que estava errado. No entanto, cada vez que estabeleceu os limites para o relacionamento, ela tinha sido muito feliz em concordar. Camila não gostava quando ela malditamente concordasse tão prontamente. Queria que ela lutasse por ela. Então, quando chegasse em casa, uma missão mudaria. Ganhar Lauren, esse era o seu novo objetivo. Quando começou a subir o caminho, soube imediatamente que algo estava errado. Era somente três horas e todas as caminhonetes dos irmãos estavam lá. Eles estacionados estavam ao acaso em torno da frente, como se tivessem todos com pressa para descer e entrar em casa. Seu coração apertou no peito. Ela não queria que nada acontecesse com qualquer um de seus irmãos, mas tudo o que podia pensar era: Oh Deus, não deixe que nada tenha acontecido com sua garota. Ela dirigiu mais rápido quando chegou mais perto e acabou derrapando perigosamente perto dos degraus da grande varanda da frente. Pulando da cabine, tomou os três degraus de uma vez. Empurrando a porta da frente, ela gritou. - O que no inferno há de errado? Lauren! Lauren, responda-me, querida, agora! - Precisamos chamar o doutor Mendes - esta era a voz de Normani. Um médico? Quem era Mendes? Por Deus que ela ia descobrir. Ela seguiu as vozes. - m***a, Camila está aqui - essa era Dinah. - Como se ela não fosse nos encontrar - Chris sussurrou. - Estamos aqui, Mila! Camila entrou e viu quatro de seus irmãos ajoelhados na frente do sofá de couro. E por trás deles estava, ah inferno, estava sua garota de olhos verdes. Em alguns movimentos curtos, deslocou seus irmãos tanto da esquerda quanto da direita. Ajoelhada ao seu lado, sussurrou: - Lo? Amor? - ela era tão pequena e seus olhos fechados. - O que diabos aconteceu? - ela olhou diretamente para Nomrnai. - Camila, oh - Lauren abriu os olhos, estendeu os braços, e como ela a pegou, ela começou a se lançar sobre o seu colo. - Estou tão feliz que você está aqui. Tão feliz. Eu senti falta tanta sua. Assim que a puxou para perto, ela exigiu novamente. - O que aconteceu com ela? - Ela caiu da Molly - a voz de sua irmã era baixa e tranquila. As suas mãos outra vez a se mover sobre seu corpo. Ally bufou. - É a cabeça, Mila - disse rindo - eu pensei em dizer antes que você a apalpasse na nossa frente. - Cale-se, Allysson. Não há nada de engraçado nisso - uma voz dela foi direta e sucinta. Ela a segurou com um braço, enquanto começou a separar os cabelos, procurando por uma ferida. - Ela bateu a cabeça em cima da cerca quando Molly a jogou - Normani soou tão culpada como ela se sentir. - Não foi culpa dela, eu pedi para me usar. E não foi culpa de Molly, foi aquela cobra descomunal, h******l e mortal que nos assustou! - Camila lutou com tudo o que tinha para não sorrir, isso era muito sério. - Era uma cobra frango - Mani disse secamente. - Uma grande, f**a e perversa cobra frango! - Lauren era muito anti-serpente. - Por que você não está no hospital? - ela olhou para ela, depois para os irmãos. - Não, não, não, não. - ela se pendurou em seu pescoço. - Hospital não! Alguns dos piores dias da minha vida foram gastos em hospitais - Camila a abraçou perto. Normani se ajoelhou ao lado dela e pegou sua mão. Os olhos dela se arregalaram. - Laur, consulte o médico, por favor - a voz dela era baixa, mas falou de seu coração. - Eu estou bem, Mani. Eu não preciso ver-lo - seus olhos imploraram a ela para deixar para lá. Sabendo que Camila continuaria o mantra dela, Lauren mudou de tática. - Camz, por favor, leve-me. Eu quero deitar e eu preciso de você para me segurar. Isso bastou para ela se levantar e sair com ela. Antes de sair da sala, virou-se e enfrentou seus irmãos. - Se um dia eu voltar para casa e encontrar-la com um corte de papel que seja, haverá um inferno para pagar. - Eu saio e deixo a coisa mais preciosa que eu tenho no mundo sob seus cuidados e você deixa um cavalo jogá-la ao chão - fez uma pausa e um pequeno sorriso escapou de seus lábios - E uma cobra tamanho Godzilla quase engoli-la por inteiro. Isso não vai acontecer de novo! - Com isso, ela se afastou, seu bebê segura perto de seu coração. - Sim, isso é uma coisa temporária. Você pode dizer. Ela não se importa nada com ela - Dinah observou secamente. Jogando como cobertas, ela começou a se mexer. - Onde está o seu pequeno pijama, bebê? - ela não usava muitas coisas para dormir desde uma noite que se tornou amante, mas ela tinha visto dormir de shorts e regata. - Eles estão em minha mala debaixo da cama de Bess. - Laur, por que você ainda está mantendo sua mala de viagem? - ela colocou as mãos nos quadris e olhou para ela incisivamente. - Eu não fico no quarto muito, e este é o seu quarto, então a mala é prática mais - olhou-a por um momento e depois saiu. Onde ela estava indo? Então, ocorreu-lhe que tinha ido para o quarto de Bess para caçar suas roupas. Ela prendeu a respiração, com medo que olhasse no armário e encontrasse a caixa de papelão que continha o seu tesouro mais precioso. Ela tinha comprado a primeira escultura de Camila. Era um garanhão Mustang com a cabeça jogada para trás e a crina voando na brisa. Era tão boa que alguém poderia pensar que o cavalo saltaria fora de sua posição. Ela não sabia por que estava com medo dela encontre-la não é como se a fizesse ficar com raiva ou qualquer coisa. Ainda assim, uma garota tinha que ter alguns segredos. Ela não precisa ter seu ego aumentou mais do que já era. Em poucos segundos, ela estava de volta. Aliviada que não encontrou a caixa, ela viu que havia confiscado os seus outros pertences. Colocou a mala sobre a cama e tirou todo o seu escasso guarda-roupa. Ela estava envergonhada por Camila ver o pouco que ela tinha. Enquanto Camila desempacotava sua garganta apertou-se um pouco quando ela contou cinco pares de calcinhas, dois sutiãs, quatro pares de calças jeans e dez blusas. Isso era tudo que ela tinha? Bem, teria que fazer algo sobre isso. Ela podia ver uma viagem de compras no seu futuro. Virando-se, esvaziou duas de suas gavetas, reorganizando suas coisas para fazer o quarto para ela. - Você não tem que fazer isso. Ela ignorou seu argumento. Em vez disso, começou a despi-la. Calça jeans tirando a blusa e calça, estudou seu pequeno corpo curvilíneo. Ajoelhado ao lado da cama, começou a desabotoar o sutiã. Beijou cada mama, apenas uma vez. Em seguida, puxar uma calcinha de renda rosa por suas pernas e se inclinar, beijando o ápice de suas coxas, logo acima de seu pequeno pedaço de cachos. - Você tirou dez anos de minha vida, bebê, levante seus braços - escorregando a parte superior da regata sobre a cabeça e os shorts até suas pernas, rapidamente descartou suas roupas, jogando-as. - Mova-se - imediatamente, ela enlaçou-se em torno dela, segurando ela tão apertado que ela m*l respirar. - Eu não posso aplicar a ideia de que algo aconteça com você. - Eu estou bem, eu juro. - Por que minha irmã estava tão insistente que você visse o médico? - Camila comentou cada palavra, o que indicava que esperava uma resposta. Ela não tinha intenção de mentir, ela iria suavizar sua resposta assim seria inofensivo. - Eu costumava ter uma leve condição médica. - Que tipo de problema de saúde? - aplica e capturou suas mãos e como prendeu sobre a cabeça, real imobilizando-a. - E eu espero uma resposta direta, bebê. - Foi uma doença no sangue, mas estou perfeitamente saudável, agora - Deus deixe-me dizer a verdade, ela orou. - Doença no sangue? O que significa isso? - Camila começou a beijar seu rosto, murmurando palavras carinhosas contra sua pele. - Isso significa que eu estou bem, eu juro - Deus ajude-a se ela estava mentindo. - Camila? - era hora de retirar as grandes armas. - Camz, posso beijar seu pintinho? Alguém como ela com um pênis poderia inchar com um insulto, ela estava provando isso. - LAUREN, EU NÃO TENHO UM PINTINHO! Ela riu tão forte que bufou. Antes que ela pudesse recuperar ou fôlego estava rindo junto com ela. - Ok, ok. Deixe-me tentar novamente. Camila Cabello, senhora. Posso beijar o seu Imenso Guerreiro de Capacete Roxo? - Isso é mais parecido com ele, e sim, você pode - sorrindo travessa. Então, sua pressão arterial começou a subir. A mulher mais sexy que já tinha tido a sorte de tocar apenas permissão para lhe dar um b*****e. - Mas, amor você tem certeza que está com vontade? Você não precisa fazer isso. Eu ficaria feliz em segurar apenas você apertado a noite toda. - Tire os shorts - ela sentou-se, ansiosa para aliviar sua mente de doenças do sangue. - Agora, você sabe que, na verdade, eu nunca fiz isso antes - de repente, ela não tinha certeza. - Qualquer coisa que você fizer para mim vai ser incrível, querida. A emoção não vem do ato, mais de quem está me tocando - ela puxou para baixo sua bermuda, seu pênis já tinha quinze comprimento de comprimento e treze diâmetro de diâmetro, e queria o que Lauren lhe daria. - Onde você me quer? - estava dando a ela o controle. - Eu quero sentar na cama e que você fique entre as minhas pernas - ela se prepara da cama, e virou-se para encará-la. Ela sentou-se na sua frente, seu cabelo delicioso caindo em ondas ao redor de seus ombros. Abrindo as pernas, ela estendeu a mão. - Venha até mim, amor. A excitação estava fazendo seus dedos do pé enrolar. - Você sabe que eu não vou durar muito tempo desta forma. - Você não terá que durar querida. Isso vai me excitar tanto quanto a você. - ficou parada, totalmente à sua mercê. Respirando fundo ela olhou sua presa. - Minha boca está molhando apenas de olhar para você, Camila. Meu Jesus, você é linda - seu primeiro movimento a deixou surpresa. Em vez de tocar o p*u dela, ela pegou como bolas. Massageando suavemente, ela testou o seu peso. - Ohhh, você tem mãos talentosas - fechando os olhos, empurrou seus quadris para ela, solicitar mais. Ela não decepcionou. Pegou seu pênis em suas mãos, como se estava prestes a dizer uma oração, as palmas das mãos planas, dedos reunidos na base. Puxando-o para perto, ela encaixou a boca sobre a cabeça, beijando-a suavemente. Camila sacudiu em suas mãos. Usando as pontas dos dedos, ela começou a massagear, em seguida, colocando uma mão depois a outra ela virou para cima seu pênis, tocando a ponta da língua na pequena f***a aberta cada vez que era exposta.
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