Eu não era competitiva, mas Riller em horas de jogo de cartas havia me deixado assim, estavamos na última rodada, ele ria que nem um retardado a cada carta que descia pra mesa. Eu jurava que eu estava a ponto de arrumar uma maneira de tirar aquele sorriso prepotente da boca dele ou melhor, arrumar um jeito de machucar ele de alguma forma com as cartas que estavam na minha mãe. Ele era irritante. Ele era... Bom demais naquele jogo. Como eu não conseguia? Eu estava a tanto tempo tentando vencer ele, mas não adiantava. Ele era bom, mas irritante. - Bem garotinha, eu sou ótimo nisso - Olhei para os pares na minha mão, mas era uma d***a, ele já havia ganhado mais uma. - Vejamos - Ele pegou o papel e a caneta. - Com essa são 23 a 18 pra mim. Ganhei mais uma vez. Eu balancei a cabeça, h

