O relógio marcava oito da noite quando Darian entrou no quarto de Isla. A luz suave da lareira lançava sombras dançantes pelas paredes, criando um ambiente quase cinematográfico. Isla estava sentada na cama, com um livro apoiado sobre as pernas, mas a atenção dela se desviou assim que ouviu os passos firmes dele. — Hora de se arrumar — disse ele, sem dar margem para questionamentos. Isla suspirou, fechando o livro e colocando-o na mesinha de cabeceira. — Mais um jantar? — perguntou, tentando esconder a irritação. — Não é apenas mais um jantar — ele respondeu, aproximando-se. — É uma tentativa de normalizar as coisas. Você precisa de ar, de uma noite sem tensão, sem seguranças te seguindo como sombra. Ela arqueou uma sobrancelha, cética. — Normalizar? Estamos em meio a um contrato que d

