O silêncio da mansão era diferente naquela manhã — pesado, sufocante, quase c***l. Isla caminhava de um lado para o outro, os olhos marejados, o peito apertado. O berço de Alessandro estava vazio. O mesmo berço que ela arrumava todas as noites com tanto carinho. As cobertas estavam amassadas, o pequeno travesseiro fora do lugar. — Ele não sumiu... ele não sumiu... — murmurava para si mesma, tremendo, a voz embargada. Quando a porta do escritório se abriu e Darian entrou, o desespero que Isla tentava conter desabou de vez. — Você precisa encontrar ele! — ela gritou, correndo até ele. — Giulio o levou! O levou, Darian! Darian fechou os olhos por um instante, o maxilar travado, os punhos cerrados. Ele já sabia. Tinha recebido a ligação minutos antes — um informante do pai o alertara de

