Aquele evento da Terra Antiga repercutiu por muito tempo em todas as Terras, principalmente após o assassinato de Boa enquanto Abaddon tomava seu território, outra memória que passou a acompanhar Drunk, foi a imagem de Ônix. Sempre que estava olhando para o nada, sem pensar em nada específico, lembrava-se de seu rosto, os olhos negros brilhantes e o cabelo longo a fascinava, como desejava sentir o perfume que aqueles fios deveriam ter, e novamente lembrava-se dele nas termas da Mansão dos Dragões, lembrava-se dos movimentos que o corpo dele fazia e suspirava. Nesses momentos, daria tudo para poder sentir o que aquela mulher estava sentindo naquela noite.
Com o tempo, Drunk costumava sonhar que acordava com a sensação de que alguém a estava observando. Sem perceber ninguém no local, ela caminhava em direção à sacada, um vulto passava atrás dela e Drunk olhava sobre seu ombro. Reconhecia Ônix, ele sorria parando junto ao corpo dela, permitindo que ela sentisse em seu corpo o contato com suas costas e suas nádegas, conseguia sentir a ereção pressionando seu corpo com força, Drunk sorria, sentindo-se ficar úmida de t***o, antecipando tudo que ele a faria sentir.
Em seus sonhos, ela sempre tentava repeli-lo e disfarçar o quanto desejava seu toque:
— O que pensa que está fazendo em meu quarto, príncipe? O que pensa que sou para vir ao meu quarto sem ser convidado?
No sonho, Ônix pressionava ainda mais o corpo contra o dela, dizia-lhe junto ao seu pescoço:
— Penso que você é deliciosa, e deseja ser fodida como só eu posso fazer.
Ônix a agarrava pela cintura, enquanto segurava seu cabelo pela nuca e beijava sua boca, sugando com força. Beijavam-se de forma selvagem. Ônix agarrava seus s***s de uma forma rude, que a deixava surpresa por perceber que o misto de dor e prazer que ele causava, a excitava ainda mais, ao ponto de ela pensar que se ele parasse o mataria.
No sonho, Ônix sempre a virava bruscamente, a encostando na grade da sacada e levantando a camisa com rapidez. Sentia encostando o m****o enorme na entrada de seu sexo.
Drunk o sentia empurrar seu corpo para frente, fazendo-a ficar inclinada, o t***o cada vez maior a fazia arrebitar seu traseiro, mesmo sem premeditar isso. Ônix colava a boca próxima ao ouvido dela dizendo, com a voz rouca cheia de desejo:
— Agora eu vou entrar em você. Vou botar meu p*u todo nessa sua b*******a apertada. Quero sentir meu c*****o te abrindo inteira, vou f***r cada pedacinho dessa sua b****a quente e apertada...
Drunk gemia sentindo-o se posicionar na entrada de seu sexo, sentia a ereção dele latejante, quente e muito dura. O desejo de Drunk era tanto, que a umidade escorria pelo interior de suas coxas, Ônix parava provocando em seu ouvido:
— Empurra esse r**o para trás do jeito que você mais gosta. Vem gostosa, engole meu p*u todo.
Drunk começava a empurrar seu sexo de encontro a ereção latejante, sentindo a penetração, sentia alargando seu sexo à medida que a preenchia, uma das mãos de Ônix mantinha seu c******s pressionado, fazendo a estremecer e gemer, enquanto continuava a empurrar seu quadril para trás, sentia toda pressão de Ônix em si.
Antes que Drunk pudesse se mover, Ônix a pressionava deixando-a ainda mais inclinada, começou a mover-se dentro dela, pressionando-a ainda mais, fazendo-a sentir seu m****o inteiramente dentro de seu sexo. Movia-se cada vez mais rápido dentro dela, fazendo Drunk quase gritar de prazer, as ondas selvagens e intermináveis de prazer tomavam conta de seu corpo, sua cabeça girava de tanto t***o, até que o g**o de Drunk veio à tona, como ela nunca havia sentido antes. Ônix puxava seus cabelos com força, movendo-se forte, fazendo-a gozar cada vez que se movia em seu sexo, Drunk m*l conseguia respirar, ouvia os sons de seu sexo molhado sendo preenchido com força pelo Djin. A sensação dos orgasmos era tão violenta que Drunk perdia os sentidos, e acordava em sua cama bufando de frustração por ser apenas um sonho, e por mais t***o que estivesse sentindo, seu corpo na realidade não respondia a nenhum tipo de estímulo s****l, nessas horas ela rosnava:
— Nem gozar eu posso, filho da puta...