Capítulo 2 Ela resmungou que hospital não, se sentou segurando nele. Ele abriu o roupão, tirou a parte de cima, colocou a camiseta mais comprida, levantou ela e puxou para baixo. Ela estava falando coisa com coisa, chamando pelo pai, pelo Neto, chegou a falar o nome Suzan e pedia pra não deixarem levar ela. Ele a levou para o hospital, explicou que ela só tinha a certidão de nascimento porque era muito humilde. Quando ele a pegou no carro e levou nos braços para dentro do hospital, ela entrou em pânico com medo. Ele achou que era só um delírio. O médico plantonista achou tudo muito estranho, foi atender ela a sós. Ela estava desidratada, com 40° graus de febre. Ao notar os sintomas e checar os sinais vitais, as suspeitas começaram a aparecer. Nos lapsos de consciência, ela chorava m

