Hoje seria mais um daqueles dias horríveis, onde sou espancada, abusada e tenho que escutar coisas horríveis ao meu próprio respeito. Era exatamente (15:20) da tarde, estou trancada em meu quarto enquanto meu “pai” esmurrava a porta querendo entrar.
— ABRE AQUI SUA VAGABUNDA — gritou batendo na porta enquanto eu ficava encolhida no canto, abraçada com minhas pernas e as lágrimas escorrendo livremente pelo rosto.
— Vai embora por favor, eu não quero, eu não aguento mais isso, me deixa em paz — pedi chorando.
Eu estava exausta de toda essa situação, a mesma rotina, a mesma dor diariamente. Ter que aguentar tudo isso calada sem ter ninguém para me ajudar, ou para me tirar desse inferno, eu quero tanto morrer. Sinto que isso não é lugar para mim, será que se a mamãe tivesse viva tudo isso seria diferente?
— ABRE ESSA p***a POR BEM,OU VAI SER BEM PIOR PRA VOCÊ ISABELA — ele me confundiu com a minha mãe, porque isso tem que acontecer comigo?
Tudo isso que eu tou sentindo eu não desejo a ninguém, não tem nada pior do que ver seu pai o cara que era para te proteger, ser o mesmo que faz da sua vida um verdadeiro inferno, não desejo isso nem para o meu pior inimigo.
Eu fingi que não ouvia, tapei meus ouvidos como se eu fosse uma criança de apenas 7 anos, e não queria escutar ninguém. Ali chorei descontroladamente, sentia falta de ar, eu não conseguia gritar, eu apenas puxava meus cabelos na esperança daquilo ser apenas um pesadelo, como eu queria que fosse um.
Enquanto eu ficava de olho fechando tentando esquecer tudo isso que tá acontecendo nesse exato momento, eu escutei um barulho enorme, e quando abri meus olhos estava ele ali, na minha frente, bêbado e drogado como todas as outras vezes.
— Você vai se arrepender vagabunda, por não ter abrindo essa porta quando mandei, agora você vai ver — ele falou isso já tirando o sinto e tentando me bater, só que corri, mas não adiantou porque ele me puxou pelos cabelos. — não corre não sua v***a. — falou e começou a me bater com o cinto do lado da fivela, eu gritava pela dor que a fivela do cinturão batia contra minha carne, mas cada vez que eu gritava ele me batia com mais força.
Eu tentava segura os gritos, mais era impossível, isso doía muito, e se eu gritasse seria bem pior, só Deus sabe o que ele seria capaz de fazer comigo, seria capaz até mesmo de me matar, dele eu já não espero mais nada.
— Vou te ensinar a me respeitar sua vagabunda, quando eu mandar você fazer alguma coisa, você faz, ou isso será bem pior para você — falou enquanto me batia, eu já estava toda marcada, toda vermelha, sei que isso amanhã ficará roxo.
— Para, por favor, eu não aguento mais — pedi chorando, e ele aumenta mais ainda as pancadas.
Depois de um tempo ele parou de me bater, jogou o cinto do outro lado do meu quarto e começou a rasgar a roupa que eu usava, eu chorava, me debatia, mais ele me dava socos na minha cara, como eu tava deitada no chão e ele em pé, eu tentei dá um soco no saco dele, foi em vão.
Ele subiu em cima das minhas pernas e forçou em uma delas, só parou quando escutou os estalos dos meus ossos se quebrando, logo em seguida comecei a sentir uma dor horrível. A partir dali, eu sabia que eu não poderia fazer mais nada para impedir que eu fosse estuprada mais uma vez, por esse monstro.
Enquanto eu chorava e gemia de dor, ele estava ali tirando sua roupa e se masturbando, depois veio para cima de mim, abriu minhas pernas e entrou com tudo me fazendo soltar um grito alto, e logo recebi um soco no rosto por gritar.
— Cala a boca, sua v***a, e geme pra mim..... — ele começou a falar coisas que me faziam sentir nojo por ele, e pelo meu corpo.
Após ter me colocado em várias posições, e sentindo prazer com o meu sofrimento e com a minha dor, ele saiu de dentro de mim e começou a sequência de murros como sempre, só parou quando desmaiei ali mesmo.
Eu só espero não engravidar novamente, porque para mim, será uma tortura.