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1110 Words
••• Sexo explícito ••• Dia seguinte, 11:30 da manhã. Bruna Dias Minha cabeça ta latejando, meu corpo ta dolorido, a luz entrava fraca pela janela deixando todo o quarto escuro ainda, meu celular não parava de tocar então estendi a mão e o peguei, olhei para a tela devagar. - Alô. - minha voz estava pesada e ela gritou do outro lado. - p***a Bruna, vai dormir o dia todo? - Tentei abrir os olhos de novo e então percebi que eu não estava sozinha. - Eu já vou ok? - Falei baixo e me levantei devagar da cama. - Me dá um tempinho pra eu me arrumar. Ela desligou a chamada e me espreguicei, prendi meu cabelo em um coque e olhei o celular e as mensagens da Carla, p***a a menina não dorme, ta maluco. Whatsapp on... Carlinha: Acorda p*****a. Amiga levanta. Caralho Bruna, vai dormir o dia todo, to com fome. Papo reto, vou ter que ir ai te levantar pelos cabelos? To indo ai em 30 minutos, vou derrubar a porta. Tu é muito p*****a mesmo. Eu te dou 10 Minutos Bruna. ??? Tenho coisas pra te contar, acorda. Whatsapp off... Coloquei em cima da cabeceira de novo e me virei, que p***a que aconteceu? Que merda você fez Bruna? Ele estava na minha cama, dormindo, pelado, e eu estava da mesma forma sem uma peça de roupa, estava tudo espalhado pelo quarto. Fui dando passos para trás até me chocar com a parede e tentei fazer minha respiração voltar ao normal. " O que eu fiz? " Fiquei encarando ele na cama até que ele se virou na minha direção me olhando, aqueles olhos me fuzilando e meu coração começou a acelerar, minha respiração se descontrolou. ... Horas antes... Eu estava saindo do baile, já estava tão bêbada que não estava me aguentando em pé, tirei o salto e fui caminhando devagar pra casa, estava o som alto do baile ainda ecoando pelas ruas e becos do morro, geral andando por ali rindo a beça. Entrei em uma das ruas, já avistando minha casa e peguei a chave na bolsa, percebi que tinha alguém atrás de mim, então tentei apertar os passos, mas quando eu menos esperei senti uma mão em meu braço, e a voz rouca dele ecoou ali. - Sabia que andar por aqui sozinha é perigoso? - Ele me olhou quando eu virei, aquele olhar dele acendeu um fogo que eu nem sabia que estava ali naquele momento, nos encaramos por alguns segundos. - Ta de boa, o morro é seguro. - Voltei a me virar indo pra casa. - Eu te acompanho, não posso deixar você ir nesse estado sozinha. - Ri alto e olhei pra ele já parando no portão de casa. - Você tá mais chapado que eu. - Ele sorriu e aquele sorriso me deixou molhada, era uma mistura de malícia com humor. - Enfim, vou entrar. - Deixa eu ajudar. - Ele tirou a chave da minha mão e abriu o portão, me ajudou a entrar e abriu a porta. Quando percebi e me dei conta eu já estava o beijando e o puxando para dentro da minha casa, nossos corpos se chocaram de encontro com a parede. Puxei a blusa dele deixando jogada pela cozinha e ele me ajudou a subir as escadas. Assim que entramos no quarto ele tirou minha roupa toda e me jogou na cama, olhei aquele corpo, que homem gostoso, como eu nunca reparei nisso antes. Ele veio por cima de mim já sem a bermuda e a cueca, seu m****o estava tão duro, que só de sentir ele encostar na minha i********e eu já soltava gemidos. Voltamos a nos beijar, a mão dele foi de encontro a minha b****a e ele enfiou dois dedos e foi distribuindo beijos pelo meu corpo até meu c******s onde ele passou a chupar e fazer movimentos com a língua, eu já não estava mais aguentando, precisava gozar, meus gemidos estavam ecoando pelo quarto. - Por favor, me fode. - Eu implorei para ele que prontamente me virou na cama me fazendo ficar de quatro, em um rápido movimento ele me penetrou. - Fala o que você quer, fala vagabunda. - Eu estava mordendo os lençóis, gemendo e pedindo mais. - Fode sua vagabunda, soca com força na minha b****a. - Ele deu um gemido rouco que fez meu corpo estremecer e continuou a estocar forte. Ele puxou meu cabelo me fazendo olhar pra ele e seu olhar era de um animal que devorava sua presa, e só me dava mais t***o olhar para ele daquele jeito. Depois de alguns minutos eu não aguentei mais e gozei gemendo e meu corpo todo se estremecendo nos braços dele que me segurou para eu não cair, ele deu mais algumas estocadas e senti seu p*u latejar dentro de mim, ele tirou e jogou em cima da minha b***a, nossos corpos caíram sobre a cama e em segundo eu adormeci. ... Agora. - Qual foi novinha, tu ta bem? - Ele me balançava e eu estava estática, paralisada e sem saber o que falar ou fazer, olhei nos olhos dele, era o mesmo olhar que eu vi ontem enquanto eu dançava, e ele me comia com os olhos. Me afastei dele.pegando as roupas no chão e corri pro banheiro, fechei a porta e me encostei nela tentando me concentrar. Ouvi alguns barulhos vindo do quarto e a porta se abrindo. Entrei debaixo do chuveiro e liguei a água no gelado, tomei um banho tentando esquecer tudo aquilo, tentando me limpar, como eu pude ser tão i****a? Eu prometi pra mim mesma que nunca ficaria com um bandido traficante e no primeiro deslize eu acabo na cama com o Dono dessa merda de morro. Porra, eu não sou essas vagabundas que eles fazem de marmita, qual o problema comigo, que merda, eu dei muito mole. Terminei o banho e sair enrolada na toalha, ele já não estava mais ali, me troquei e sequei o cabelo, peguei meu celular e sai de casa. Carla estava no portão me esperando e eu me assustei quando a vi ali. - Faz tempo que está aí? - Ela negou com a cabeça. - O que foi Bru? Aconteceu algo? - Ele me olhou assustada e eu neguei - Não amor, ta tudo bem, vamos comer, to morrendo de fome. Eu e ela saímos dali indo direto para o restaurantes da Dona Ana, eu precisava comer, estava com tanta fome e ao mesmo tempo com tanta dor no corpo, parecia que um trator passou por cima de mim e me destruiu.
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