Cabeça Ouvir aquilo da boca da Brenda foi como se alguém tivesse jogado gasolina em uma fogueira que já estava alta. Eu sempre tive essa fama de moleque, de ser o cara das piadas, mas quando o assunto era ela, o negócio mudava de figura. Talvez Maitê foi a primeira a entender isso. Ela foi a primeira, e talvez a única que tenha me visto vulnerável. Agora Rael também sabia, mas ambos estavamos abaixando a guardar juntos. A questão aqui é que, eu queria ser o porto seguro dela, mas também queria ser o cara que ia fazer ela perder o fôlego e o juízo. Porr@, eu tinha tanto a mostrar e queria mesmo que Brenda gostasse de todas as minhas versões: o moleque, o cara cuidadoso, e principalmente, o cara que sabia o que estava fazendo na cama. — Tem certeza, gatinha? — perguntei uma última ve

