Maitê, Quando ele me virou, senti um calor familiar subindo pelo meu corpo. Não era apenas a água quente; era a intensidade do seu olhar, a promessa silenciosa em seus olhos. Ele me segurou pela cintura, me puxando para mais perto até que nossas peles estivessem coladas, a água escorrendo entre nós. Eu podia sentir a pulsação forte dele contra a minha coxa. — Você me deixa louco, Maitê — ele murmurou, sua voz era baixa e possessiva, enquanto deslizava as mãos pela minha cintura até meu quadril. Seus lábios encontraram os meus em um beijo urgente, descontrolado. Sua língua era quente e não hesitei enquanto ela me pedia passagem.Correspondi com a mesma intensidade, minhas mãos se enterrando nos seus cabelos molhados. Me perguntava como era possível sentir tudo isso? Eu já estava pronta.

