BRENO

3165 Words
Eram quase três  horas da tarde. E já fazia umas trinta e tantas horas sem dormir e de estômago vazio. E eu teria continuado em frente se meus cigarros não estivessem acabando e eu não fosse obrigada a parar neste posto para garantir, pois o próximo poderia demorar para aparecer. Manobrei meu caminhão  - sim, eu sou caminhoneira e amo as estradas -  no pátio do estacionamento e deixei por lá mesmo, meio largado, perto de um ponto de ônibus na beira da estrada. Peguei minha carteira no painel e fui até a loja de conveniência, comer alguma coisa e pra garantir que eu continuaria a viagem bem sem stresses, já logo dei um jeito de comoprar três maços de cigarro para garantir. É...sei que se eu continuar desse jeito, eu não vou passar dos 50 anos. Quanto mais rápido sair daqui mais rápido chego ao destino e vejo a cor do dinheiro pra poder gastar com minhas lingeries, minhas caipirinhas e claro curtir minha vida do jeito que eu gosto e mereço. Confesso que eu não queria comer, mas quando passei perto do restaurante e senti o cheiro minha barriga roncou. Não teve jeito. Eu sabia que um rim meu ficaria pra trás, ainda mais se tratando de um Graal da vida. Entrei, tomei uma coca e fui fazer meu prato. Comi devagar com minha coquinha já para acompanhar assistindo um programa de esportes qualquer que passava  na tv. Lá fora a garoa que estava fazendo, tornou-se chuva. Acabei ficando vendo o jornal, palitando os dentes ( com classe, é claro!). Foi então que lembrei que deixei o caminhão meio que atravessado lá no pátio. Espero que o pessoal daqui seja bom de boleia pois do contrário terão problemas. Ah, que se fo*dam! Tô estressada e sem fo*da já tem uns dias.  Pedi mais uma coca para evitar algum garçom pentelho olhando torto, e terminei de ver o jornal. Fiquei sabendo no último bloco sobre esportes que meu time perdeu de novo, aliás, time que herdei do meu pai, assim como minha profissão. Valeu mesmo, pai! Que Deus ajude... lá pra baixo! Que queime no inferno aquele velho filho da p*ta... Paguei a conta e peguei um cafezinho. Saí, a chuva estava pior. Fui para baixo do toldo e encostada na parede, acendi um cigarro. Fiquei olhando uma garoto que estava no abrigo de ônibus. Veio um carro e ele levantou o polegar, o carro passou direto. Pela cara dele já fazia um bom tempo que estava lá sem conseguir nada. Ou talvez fosse por estar todo ensopado de chuva. Veio outro carro, ele repetiu o gesto e desta vez o motorista diminuiu a velocidade, o sujeito disse algo e passou correndo por ele. O cara encolheu o polegar, levantou o dedo médio naquela velha saudação e mandou uns dos mais altos e sinceros VAITOMARNOCUFILHADAPUTA que eu já ouvi nos meus quase quarenta anos! Foi lindo! hahahaha Depois olhou em volta para ver se ninguém havia ouvido, meio envergonhado. Olhou para a estrada de novo com cara de desânimo que logo virou raiva. Jogou a mochila e sentou no chão abraçando os joelhos. Que gracinha! Sorri simpatizando com a cena, também fui meio po*rra louca durante boa parte da adolescência. Bons tempos...  A guimba do cigarro já estava quase queimando os meus lábios, acabei me distraindo com toda aquela cena. Joguei fora a bituca, ajeitei a minha jaqueta preta com detalhes dourados que eu ficava uma tremenda gostosa com ela e fui seguindo rápido para o caminhão. De perto ele era ainda mais bonitinho. O cabelo molhado estava preso em um r**o de cavalo mas com uma mecha colada em sua bochecha esquerda que ele afastou para trás da orelha. Seu rosto tinha traços orientais daqueles típicos samurais de filmes de Jackie Chan. Lindos lábios rosados que certamente faria maravilha aqui embaixo....  Me olhou sem virar muito a cabeça, tinha um olhar desafiador, como quem avalia um oponente em um duelo. Será que era mesmo um samurai disfarçado?? ___Pra onde, boy? - perguntei me aproximando. ___Litoral - ele respondeu sem piscar. Tirei as chaves do bolso. ___Te levo lá - falei contornando a cabine e abrindo a porta do passageiro. ___Beleza! - respondeu, esboçou um leve sorriso. Ele levantou ligeiro. Quando levantou não conseguiu sequer disfarçar o olhar pra meus p****s que estavam sem sutiã. Não tenho costume de usar,até porque tenho os p****s durinhos, m*****s durinhos e arrebitados. Então como amo a liberdade das estradas, não seria um mero sutiã que eu permitiria me prender. Mas lamenteri da blusa ser preta. Se não fosse eu faria questão de deixá-lo apreciar um pouco mais. (vagabunda né? Eu sei! E adoro!) Ele pegou a mochila do chão e colocou apenas a alça no ombro esquerdo. Veio vindo, suas coxas faziam aquele ruído de fricção em sua calça jeans molhada. Chegou perto de mim, devia ter em torno de um metro e oitenta e oito de altura pois neu nem chegava em seu ombro com meus um metro e sesssenta e oito. Pôs um pé no primeiro degrau, olhou para a cabine e subiu. Ele me passou a mochila, segurou com as duas mãos onde pode se apoiar. Aquela bundinha linda ficou na altura da minha cara. Coloquei a mão direita espalmada na b***a dele e empurrei para cima. Talvez não fosse a mão que ele estava esperando,mas.... não reclamou. Alcancei a mochila para ele com o braço esquerdo, assim que ele se ajeitou fechei a porta e ocupei meu lugar ao volante. ___Breno, muito prazer - disse estendendo a mão. ___Bárbara - a mão dele engoliu a minha que era bem  pequena, delicada  - apesar de eu mesma ser bruta como coice de cavalo -  e que estava lindamente esmaltada com um esmalte rosinha que combinava com  meus lábios  ____Achei que não ia falar comigo, por eu ser mais velha. ___Nada a ver. ___Tem playboyzinho que não gosta de mulher mais velha. ___Você não é velha - disse me analisando apenas com a visão periférica - E eu não sou playboyzinho. ___Ah é? ___Uhum. Fiz  vinte e dois anos tem duas semanas. ___Parabéns, bebê! Que você seja muito feliz e realize todos os seus desejos. Até os mais ocultos e sombrios rsrs Ele estourou numa gargalhada gostosa e ficou com as bochechas coradas, baixou os olhos. Me senti meio i****a admito, a gente envelhece e não consegue acompanhar o que diabos afinal acontece com as novas gerações. ___Fica sem graça não, tá? Bebezinho - dei enfase na última palavra. ___Não foi pelo bebê. Foi por causa dos desejos - e acrescentou - Mamãe! ___Você gostou? ___Uhum, é bonitinho até - estava olhado para o horizonte, pelas cataratas formadas no pára-brisa embaçado pela chuva. Um sorriso em seus lábios, não consegui decifrar se significava cinismo ou alguma piada que eu não saquei... ou alguma outra coisa. Por*ra, acho que de repente virei tia. No auge dos meus trinta e oito anos. ___Você tem vinte e dois mesmo ou é mais novo e tá só dando um de rebelde sem causa fugindo de casa? Ele me olhou torto. ___Eu sei, eu sei, eu sei. Agora você acha r**m mas quando ficar mais velho, vai adorar quando te derem uns anos a menos. Acredite, eu sei, tenho quase quarenta. E eu, sem ofensas, não quero problemas carregando... - fui interrompida. ___Sério? Nem parece!!Tá gata pra cara**lho! - respondeu, no fim das contas não respondendo o que eu havia insistido - Casada? ___Não - respondi rápido demais - Mas por que a pergunta? ___Seu dedo tem a marca de uma aliança. ___Problema com isso? Na verdade era um anel que acabeou quebrando quando fui consertar uma peça do meu caminhão. Relaxa neném.. não tenho ninguém. ___Nenhum. Até melhor se osse. Transmite segurança e responsabilidade. ___Pode ser! Mas tô sendo sincera. Podia dizer que estava recém separada. Um sorriso brincava nos lábios dele como se pensasse: até parece que você me engana. ___Filhos? ___Não. ___Mesmo, mamãezinha? - devolveu meu comentário anterior com uma espécie de sarcasmo divertido. ___Uhum, mesmo mesmo. Tirei a mão direita do volante levando o braço atrás do banco. Ele segurou a respiração e sua barriguinha ficou rígida, durou muito pouco, mas eu percebi. Remexi minhas coisas até encontrar uma toalha e entreguei a ele. ___Obrigada. Não que vá ajudar muito... Prontamente peguei mais uma toalha. Ele riu, espiou puxando as cortinas improvisadas que separavam o banco do pequeno espaço atrás dele que eu usava de quarto e guarda-roupa. Deu uma olhada e disse: ___É que preciso me trocar... ___Fique a vontade - peguei a mochila dele e passei por cima do banco. ___Valeu mesmo! - ele passou a perna esquerda por cima do banco, depois a direita e fechou as cortinas. Ouvi o barulho do botão da calça ser solto e o zíper sendo abaixado. Olhei pelo retrovisor com o r**o dos olhos, não havia nenhuma f***a. Dei a partida e, pé na estrada... mas a cabeça só naquilo. Ele voltou poucos minutos depois  vestindo uma camiseta preta grande demais para ele. Não percebi o que, se é que, usava algo por baixo. Sentou-se, desta vez um pouco mais perto de mim. Colocou o pé esquerdo em cima do banco e enxugou caprichosamente entre os dedinhos,e repetiu o processo meticulosamente no outro pesinho. Eu olhava pelo retrovisor dentro da cabine mas a camiseta atrapalhava e não pude ver o que usava por baixo... se é que estava mesmo usando algo. Ele se ajoelhou procurando algo atrás do banco, foi inclinando-se, aos poucos a camiseta ia subindo revelando suas coxas, grossas e roliças. A camiseta continuou subindo mais, expondo a parte de baixo das nádegas onde a polpa da b***a junta-se com as pernas. Parece um sorriso, não é mesmo? Ele inclinou-se ainda mais, metade do bumbum de fora, nem sinal de short e menos ainda de uma cueca por ali.  Por fim virou-se, sentando novamente  e tinha nas mãos um par de meias que já haviam sido imaculadamente brancas, agora tinham um tom acinzentado, tipo pano de chão. Abriu a janela e as atirou na beira da estrada. O vento batia em seus cabelos ainda úmidos, que ganharam um ondulado meio bagunçado. Sensual, provocante, limpinho, fresquinho, perfumado... ___Não vão desencardir nunca mais. ___Uhum, mas nada que um pouco de Cif e bicabornato não ajudasse- disse distraidamente acendendo um cigarro. Ele girou a manivela subindo  o vidro da janela mas só até deixar uma frestinha para entrar ar... ar?!? Talvez ele não gostasse da fumaça... ___Se importa? - perguntei com um sorriso sem graça por já ter aceso antes de perguntar, a fumaça entrava no olho direito, não quis nem imaginar a careta que estava fazendo. ___Não se eu puder pegar um também. ___Claro - dei um impulso no maço deixando um filtro vermelho exposto, ele pareceu não ficar intimidado. Normalmente playboyzinhos fumam esses cigarros mentolados de merda, paiol e afins. Ou aquela porcaria maldita de narguilé, aquele cheiro doce e enjoado nunca mais sai do lugar onde acendem essa bosta. Meninas e meninos adoram essas coisas. Acendi o isqueiro a um palmo do rosto dele, esperei uns segundos antes de aproximar, ele encostou na ponta da chama dando uma tragada profunda, expeliu, o prazer era nítido em seu rosto. A segunda, terceira e quarta tragadas foram soltas fazendo anéis de fumaça. Parecia uma criança quando aprende um truque novo como estalar os dedos, assoviar, ou fazer bolas com chiclete. Esticou as pernas colocando os pés sobre o painel. Me olhava sério. ___Algo errado? ___Você não parece caminhoneira. ___Não?!? - perguntei arqueando uma sobrancelha. __Eu não acho. ___Por quê? Ela chegou mais perto, enganchou seu braço no meu, apalpando os meus com a outra mão. Enrijeci, e chorei. E nem foi pelos olhos. ___Você não é gorda. Todo caminhoneiro tem pança. E nem tem cara de velha acabada. ___É que eu me cuido. Tenho um metro e sessenta e oito, setenta e dois quilos.  Ele aproximou seu rosto do meu pescoço, tão perto que eu sentia sua respiração. ___É cheirosa. ___Obrigada. Pegou a maçaneta da janela do meu lado abriu um pouquinho e atirou o cigarro que havia fumado até um pouco mais da metade pela janela. Enganchou-se de novo, sua perna esquerda dobrada sobre o banco; seu joelho tocava minha coxa, o tornozelo esquerdo embaixo do joelho direito, o pé balançando sem alcançar o assoalho. Percebi que aquilo estava me deixando arrepiada. Será possível um moleque desse era capaz de me intimidar? d***o! E logo eu que, até agora há pouco só tava pensando naquilo... e ainda estou... e preciso prestar atenção em outra coisa. Tipo, a estrada. Certo, fui olhando as placas. Quilômetro quarenta e um... quilômetro quarenta e três... quilômetro quarenta e quatro... Espera... cadê a p***a da placa do quilômetro quarenta e dois?!? Será que estou mesmo prestando atenção na estrada? Sim, estou! Pode ser que a estrada esteja em obras e os peões tenham esquecido de recolocar a maldita placa... pode ser que uma cambada de moleques meliantes, vândalos filhos da put*a, tenham arrancado ela de lá... pode ser que uma menina tenha distraído algum motorista e ele tenha despencado da p***a do barranco!! Perigoso... perigo é excitante... PU*TA QUE O PARIU!!! Pensar em outra coisa é o CARA*LHO!!! ____Tá com frio? - ele perguntou. ___Hã? ___Você está.....arrepiada. Ele percebeu, pensei comigo mesmo. ___E você está tremendo - respondi rindo, sem respondê-lo também, olho por olho, criança. ___E você ri, malvada! ___Quer que eu chore, bebê? Tá precisando se esquentar? ___Uhum. Mal deu tempo de sequer pensar em ligar a calefação da cabine e ele se aconchegou mais em mim, bem coladinho. Senti meus m*****s eriçados roçando por baixo da camiseta. Ele então pousou a cabeça em meu ombro e deu um sorriso sarcástico. Baixei os olhos rapidamente para meu colo, sem mover a cabeça. E, é claro, lá estava a lona do circo armada e embaixo dela o palhaço, pelo visto louco de vontade de ser descabelado. Eu comecei a entender qual estava sendo o jogo desse filho da p*uta. Era esse jogo que ele queria? Eu vou mostrar então quem dá as regras! Ele mordeu meu ombro e não muito de leve. Sua mão desceu acariciando meu braço e pousou em minha coxa. Inspirei fundo e antes que pudesse dizer qualquer coisa ele  falou, pausado e calmo, mas de maneira firme: ___Eu quero. Já percebi que você quer. E  eu acho que talvez você não queira começar, mas tenho a leve impressão que você também não vai tentar me impedir. Sua mão apertou minha coxa com força e deslizou entre minhas pernas. Apalpando, a calça para poder ver melhor a forma que a roupa escondia. Lambeu da base do meu pescoço até minha orelha, sua língua contornou as curvas depois ele mordeu a pontinha. Beijou meu pescoço e minha bochecha. Virei meu rosto para ele, que logo beijou meu queixo, chupou meu lábio inferior e deu uma mordidinha, nossos lábios se encontraram. Levei a mão ao câmbio, reduzi a marcha e a velocidade antes que estivesse concentrado demais nele para pensar na estrada. Passei o braço por volta de seu pescoço puxando-o para perto e desci a mão até seu peito, descendo um pouco mais. O beijo dele ficou mais forte e mais profundo, mas ainda lento. Ele sabia apreciar o prazer oral. Ouvi o clique do botão da minha calça ser aberto, depois o zíper sendo abaixado. Ele logo enfiou a mão por dentro da minha calça e passou a mão em minha bu**eta totalmente lisinha e depilada.  Sua mão puxava o cós da calça para baixo. Suspendi o corpo, e ele abaixou a calça até a metade de minhas coxas ainda fazendo força. ___Mais um pouquinho, vai - disse ele sem tirar sua boca da minha. Me ergui de novo, ele abaixou minha calça até os joelhos que logo caiu sozinha até meus tornozelos. Tirei a única mão que segurava o volante e me livrei de vez das calças. Não parece algo muito seguro para se fazer, eu sei, mas tente dirigir com os tornozelos presos, parecendo a po*rra de um pinguim para você ver. ___Toda lisinha - disse enquanto alisava minha coxa - Bem melhor assim... Levantou minha blusa até em cima, beijou meu peito algumas vezes, chupou o mamilo e desceu só com a pontinha da língua pela minha barriga, deu uma mordida na minha coxa umedecendo os lábios, e foi subindo e descendo a mão fazendo uma gostosa fricção em meu c******s. Não resisti e logo fui conferir sua cueca e como eu suspeitei, estava totalmente sem, coberto pela camisa. Não ressiti e logo segurei seu p**u. Comecei em um carinho lento porém segurando firme indo da base até a ponta. Ele foi soltando um gemido contido. Se a ideia era me desconcetrar, o jogo estava virando, pois ele voltou pra seu assento e parou de tentar me desconcentrar, concentrando-se apenas em não gozar antes do tempo. Fui aumentando a velocidade aumentando a pressão um pouquinho de cada vez. Levei a mão à sua nuca e dei um beijo demorado em sua boca rosada. Ele respirou fundo segurando o ar, enchendo os pulmões achando certamente que eu deixaria a direção para abocanhá-lo de vez.... Não resistindo à todo esse t***o, logo dei um jeito de parar no acostamento. Liguei o pisca alerta como se tivesse com algum problema no caminhão. Dessa forma, não haveria risco de acidente na estrada nem comigo e nem com os meus colegas de estrada. Como no meio da estrada é tudo escuro, sinalizei no acostamento pra me dedicar à uma desestressada que eu estava precisando. Quando desliguei o motor nossos olhares se encontraram, ele sorriu com o p**u pra fora e balançando como quem me fizesse um convite para abocanhá-lo de vez. Eu fui abaixando devagar fazendo um caminho de beijos em seu peitoral até chegar em seu p**u que já estava com aquela gosminha transparente de pré - g**o. Comecei a chupar seu p*u e comecei a acariciar suas bolas. Ainda sorrindo , ele foi tirando  da minha boca enquanto eu sugava forte até somente meus lábios estarem tocando a pontinha e então descia devorando metade dele, subindo e deixando só a cabeça dentro da minha boca e em seguida, descendo de uma só vez engolindo até a base, segurei um pouco por lá pra ele sentir que estava até o fundo da garganta, subi sugando muito forte até o tirar da boca por completo. Ele soltou um gemido, e senti seu p*u tremer  e seu corpo inteiro se arrepiar como quem fosse go*ar, mas ele conseguiu segurar muito bem. Eu precisava parar no acostmento pois precisava que ele derramasse todo aquele leitinho quente diretamente no meu c*. Então logo estacionei, e ali mesmo no banco do morotista me posicionei e pedi que me comesse com força, sem piedade, pra arrombar meu cu ao ponto dele não se aguentar e gozar junto comigo.  Dar caronas, nem sempre é rum...rsrs
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