flashback

1273 Words
Naquele dia, ainda pela manhã, Natali dormiu. Enquanto dormia, ela teve um flashback de um dos dias que ela ainda estava na casa de Henri Davies castilho há um ano atrás. Era de manhã, ainda bem cedo. Ela saiu do quarto onde dormia e desceu para o andar de baixo. Sem querer, passou pela porta do escritório dele que estava entreaberta. Henri Davies castilho estava falando com alguém no telefone. Natali parou para escutar do que conversava. Alguém dava instruções a ele sobre uma mulher. Sobre ter que matar essa mulher o mais rápido possível. Henri Davies estava com uma lista nas mãos. Henri Davies - a sua filha está entre os passageiros, a sua mãe também, tem certeza que quer mesmo que eu faça isso? Natali não consegue escutar a resposta da pessoa que estava do outro lado da linha. Henri Davies - está bem, eu só espero que não se arrependa porquê sabe que comigo não tem erro. Sábado as duas horas da tarde, logo após o avião decolar, será atingido por dois disparos nas turbinas por munições de uma arma antitanque. O piloto já sabe o que fazer? Natali resolveu sair de lá antes de ser notada. Um pouco mais tarde, ela sentou no jardim e ficou pensando. Era quase impossível sair dali. A casa estava muito bem vigiada, e além disso, sempre havia alguém de olho nela. Henri Davies chegou no jardim por trás dela. Ele ficou em pé parado, enquanto Natali permaneceu sentada no chão, sabendo que ele estava alí. Henri Davies - eu sei que estava ouvindo a minha conversa atrás da porta. Natali - eu não ouvi nada! Henri Davies - você não é surda, garota! A porta estava aberta! Natali - se ninguém poderia ouvir a conversa, porquê não fechou a porta? Henri Davies faz com que Natali levantasse do chão e olhasse para ele. Henri Davies - eu estou na minha casa, eu faço o que eu quiser! Você não tem que ficar bisbilhotando as minhas conversas! Natali - eu pensei que fossemos nos casar? Henri Davies - o que isso tem a ver com o que estamos conversando agora? Natali - tem muita coisa a ver. Até porquê se vamos nos casar, você tem que me contar tudo! Henri Davies - como você é engraçada, meu amor. Está mesmo me cobrando? Você não faz nada que uma esposa deveria fazer, e não mude de assunto, porquê não estamos falando disso. Natali - eu não ouvi nada, tá? E mesmo se eu tivesse ouvido, do que ia importar? Eu estou presa aqui! Henri Davies - não está presa, essa agora é a sua casa! Natali - eu não quero que essa seja a minha casa! Henri Davies - podemos nos mudar para outra! Natali - o problema não é a casa! Henri Davies - é melhor você se acostumar, porquê essa agora é a sua vida! Já tomou café? Natali - não, eu não quero! Henri Davies - eu também não tomei ainda, então, vamos tomar café juntos! Natali - eu disse que não quero! Henri Davies pegou nos dois braços dela os apertando forte. Natali - você está me machucando! Henri Davies - eu sei, é para te machucar mesmo, você está muito respondona. Onde você pensa que está, Natali? Natali - me solta, por favor? Henri Davies - nós vamos tomar o café da manhã juntos, eu fui claro? Não me desobedeça! Natali - tá bom! Henri Davies soltou os dois braços dela. Henri Davies - entra! Natali entrou rapidamente para dentro da casa. Os dois foram tomar café da manhã juntos. Natali estava inquieta. Henri Davies - você quer falar alguma coisa? Natali - não! Henri Davies - eu vou perguntar de novo, você quer falar alguma coisa? Natali ficou calada, apenas o encarando fixamente. Henri Davies - eu não vou perguntar outra vez! Natali - porquê faz o que faz? Henri Davies - eu não entendi a sua pergunta! Natali - porquê tira a vida das pessoas em troca de dinheiro? Você não precisa desse dinheiro, isso você tem o suficiente! Henri Davies - porquê tirou essa conclusão? Porquê acredita que eu mato as pessoas por dinheiro? Natali - é o que você faz! Henri Davies - você não deveria falar essas coisas, Natali! Você não sabe o que está dizendo! Natali - eu sei sim! Henri Davies - pois, eu te aconselho a ficar calada, ou, vai pagar um pouquinho caro por ter a língua grande! Natali despertou no hospital. Ela estava com a visão turva. Estava zonza e confusa. Alice estava no quarto, esperando ela acordar, segurando numa das mãos dela. Alice - Nati? Natali - Alice? Alice - como você está? Eu fiquei preocupada! Natali - eu estou bem, não se preocupa! Alice - não precisa fingir, eu sei que não está bem! Natali - porquê se importa tanto comigo? A gente sequer se conhece! Alice - eu também não sei explicar, mas, gosto muito de você! Natali - obrigada! Alice abraçou Natali. Alice - eu sinto muito pelo o que aconteceu, eu sinto de verdade! Minutos depois, Natali dormiu novamente, e Alice saiu do quarto. Marice e Susie esperavam por ela no corredor. Susie - como ela está? Alice - está péssima, tadinha! Susie - não é para menos né? Marice - vamos embora daqui? Eu detesto hospital! Naquela hora, Henri Davies castilho chegou no hospital acompanhado por Augusto Leroy e outro segurança. Alice - é ele! Henri Davies - bom dia meninas? Alice - bom dia! Susie - o que veio fazer aqui? Veio ver a Natali? Henri Davies - na verdade não, a Natali está aqui? Alice - sim! Henri Davies - porquê? Aconteceu alguma coisa? (Pergunta ele se fazendo de desentendido) Alice - o senhor não sabe? Henri Davies - de quê? Alice - o apartamento onde a Natali morava com outras duas meninas explodiu devido a um problema no gás, uma das meninas morreu. Henri Davies - verdade? A Natali está bem? Alice - ela está em choque, teve um surto e não pode ficar sem medicação! Augusto Leroy - que horror! Henri Davies - será que, eu conseguiria vê-la agora? Alice - sim! Ela está nesse quarto! (Disse ela apontando para a porta do quarto) Henri Davies - obrigado! Com licença! Henri Davies entrou no quarto de Natali. Augusto Leroy e o segurança ficam perto da porta. Alice - ai, ele é tudo! Marice - é verdade, más, acho que não é para o nosso bico! Alice - porquê não? Marice - somos estudantes, e ele é um milionário, com certeza tem todas as mulheres que quer! Alice - eu vou continuar sonhando! Enquanto isso, Henri Davies estava no quarto onde Natali estava internada. Ela estava dormindo. Ele se aproximou dela e passou as mãos nos cabelos dela. Henri Davies - você parece um anjo quando está dormindo, meu amor. É tão meiga. Eu não queria que tivesse que está passando por isso, mas, você me obrigou a isso. Porquê é tão teimosa? Porquê não aceita de uma vez que a sua vida é ficar do meu lado? Eu não sou um monstro, minha vida, eu só estou fazendo isso por amor. Eu sou capaz de fazer qualquer coisa para te manter comigo. Ele se aproximou ainda mais de Natali e dar um beijo nela. Henri Davies - eu te amo, meu amor, eu prometo que isso vai acabar logo, e vamos poder ficar juntos sem que você precise ficar internada! Natali acordou novamente e tem um grande susto ao vê-lo na sua frente. Natali - o que está fazendo aqui?
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