Olho para Dominic e ele nem se quer liga para o modo como estou. Nunca em toda ainha vida andei de vestido e por cima de tudo sem calcinha, quando era mais nova sempre me preocupei em usar para ir as baladas, mas como sempre tempos mudam.
__ Fiz de propósito.- Ele olha para mim perverso.
__ Eu sei. - Dou de ombros. Ele não diz nada apenas fica encostado na porta esperando que possamos chegar ao térreo.
A proximidade dele perto de mim, me deixa excitada e muito sensível. Claro que não seria louca a ponto de contar ou deixar Dominic perceber isso. As portas do elevador se abre e saímos em direção a um lindo carro que já o aguarda.
__ Frederick por favor para o leste. - me encosto mais ainda na porta para manter certa distância.
Será que ele vai aprontar alguma coisa por lá? Ou sera somente impulso para que consiga me importunar? Ele é bipolar.
__ O que tem de importante hoje no almoço?.- Sua pergunta me pega de surpresa.
__ Minha irmã faz vinte anos hoje. Sempre comemoramos. - Ele concorda e não diz mas nada. Atende seu celular e presto atenção em outra coisa. O incômodo debaixo de minhas pernas é aparentemente visto por Dominic, pois ele sorri sacana de lado e continua sua conversa.
Minha irmã sempre foi meu ponto fraco, a amo e daria minha vida pela dela, ela é minha pequena
__ Não me interessa. Ou você faça ou está despedido. - Desliga
__ Você deveria ser mais educado. - Dominic sempre trata todos da mesma maneira, poderia ser o modo como foi servido no passado ou sera apenas o modo como ele acha que deve ser levado a vida? Uma escolha bem difícil para ser cinsera.
__ Não trato as pessoas m*l, trato normal. - Isso é normal para ele?
__ Você deveria deixar de ser um pouco travesso. - Ele me encara chocado e sorri.
__ E você menos abusada. - Coloca uma mão em minha coxa e é impossível não perceber que eu me arrepiei com seu toque.
__ Você deveria tirar de mim suas mãos, ou será totalmente morto. - Olho f**o para ele.
__ Sou seu chefe. Aposto que esta molhadinha agora para mim. - Me aproximo e sinto uma terrível reviravolta em meu estômago, talvez seja o seu perfume, ou talvez seja eu que estou sendo muito errada de chegar perto!
Encosto meus labios em seu pescoço e sinto quando ele se enrijesse.
__ Ah garota você deveria deixar de ser s****a. - Chupo seu pescoço e antes que ele recue deixo um baita chupao.
__ Ai sua ...
__ Que foi meu senhor? Agora tem que dar um jeito de esconder essa marca, afinal estamos indo para um almoço de família. -Ele pragueja alguns nomes e vira o rosto.
O ematoma não foi lá essas coisas, apenas bem feito, um pouco abaixo de sua orelha, p***a agora fiquei com a d***a do perfume dele impregnado na língua. E que delícia...
Olho para o motorista e ele nem se quer se meche, talvez ele seja pago para poder ficar calado também... afinal o que um canalha como Dominic não compraria?
__ Pare o carro Frederick. - Fala em um rosnado. Frederick para o carro e sem pensar duas vezes ele me arranca de dentro do carro.
__ Pode ir. - Digo. Ele me olha desconfiado com aquelas duas safiras azuis. Ô homem gostoso!
__ Agora. -Ele não precisa pedir muito, apenas com seu olhar mortal o sigo. A loja logo neste horário ja se encontra totalmente aberta e movimentada. Uma moça se aproxima com certa cautela, o olhar de Dominic talvez seja uma das opções de fazer ela se recuar tanto.
__ Bom dia senhor. Em que posso ajuda-lo?.- A atendente olha para mim e sorri genuinamente.
__ A minha namorada infelizmente não conseguiu realizar a transa dessa noite, sem me deixar um chupão no pescoço. Preciso de algo que tampe o que minha esfamiada causou. - Meus pés grudam no local, não consigo raciocinar mais, simplesmte quero me enfiar na frente do primeiro carro que passa na avenida agora em alta velocidade. Não acredito que esse canalha tenha feito isso comigo, eu não merecia isso, poxa eu fiz de propósito, mas ele me deixou sem calcinha. A moça me olha e engole em seco, mas concorda.
__ Queria então no caso algum cachecol senhor?.- Ele me encara zangado e travesso. Eu o odeio, odeio mais ainda ele estar apertando minha mão. Puxo minha mão para sair mais não obtenho resultado.
__ Sim. - Responde ríspido e rapido.
__ Me siga senhor. -Ela o leva para a parte de cima da loja e começa a mostra-lo alguns modelos que combine com sua camisa.
**
Entro no carro emburrada e triste. Nunca fui tão humilhada, mas esse homem que me pague.
__ Por que você falou aquilo? - Ele me olha confuso como se nada tivesse acontecido.
__ O que ?
__ Eu te odeio. - Ele me supreende com uma risada. __ Você... você é. um i****a.
__ Não tem nome mais c***l?
__ b****a.
__ Ja ouvi muito.
__ Escroto. - O xingo novamente.
__ Esse nem tanto...
__ Ah eu te odeio peste. - Ele me olha com cara de ofendido.
__ Esse doeu. - E gargalha.
__ Jogo nele minha bolsa e ele desvia.
__ Mantenha a calma. - Ele esta me pedindo calma? Ele é o pior dos canalhas que ja conheci.
__ O que quer que eu faça?.- Pergunto chocado.
__ Talvez uma massagem,ando muito cansado sabe... empresa me cansa. - Ele me olha sorrindo e segurando o riso. Ele esta querendo me deixar estressada, mas é o que ele conseguiu fazer!
Viro meu rosto para o vidro olhando o movimento e espero, talvez chegando na casa de minha mãe, melhore um pouco...
**
O carro estaciona de frente a casinha que eu não a muito tempo estive morando. Não é um lugar rico, é bem aconchegante e calmo.
Olho para a entrada da casa e vejo o carro de Jena, minha tia, concerteza trouxe Lione minha prima. Uma verdadeira oferecida.
__ Escute. - Digo.
__ Minha mãe vai fazer perguntas, e meu irmão vai contar várias piadas... não dê ideia a ele, já minha mãe vai te adorar. - Ele sorri ... aquele sorriso que ja odeio.
__ Tenha calma, você é bem preocupada, vou me sair bem. - E desce do carro.
Caminho com ele até a entrada e suspiro fundo. Vamos lá...
Aperto a campainha e vejo minha mãe vindo pelo vidro da porta.
__ Awn minha menina, qur saudade. - Como ela estaria com saudade se não faz nem meses que me mudei? ah minha mãe e suas loucuras.
__ Como esta mãe?.- Pergunto dando lugar para que ela vej ameu adorável chefe. Minha cabeça ainda dói, a bebida me fez cair...
__ Prazer senhor...
__ Levinsk. -Ela sorri e o puxa para um abraço.
__ O prazer é meu senhora Withers.-Me olha em seguida para minha mãe.
__ Me chame de Clenda somente jovem. - Ele sorri e logo entramos para dentro de casa. A casa não mudou nada, a mesinha de baralho do meu pai na entrada da casa no jardim, deixou o lugar mais aconchegante. A sala está devidamente bem arrumada,a casa toda para falar a verdade, Judith não deixa nada fora do lugar, é uma empregada que meu pai fez questão de contratar antes de mim ir embora.
__ Olá maninha.- Julio me abraça.
__ Estou tão feliz que tenha ido embora. - Meu irmão leva um t**a no braço de minha avó.
__ Ah e eu mais ajnda por ter deixado você em paz. - Ele olha para trás de mim e sorri.
__ Namorando é?.- Me pergunta. Fico vermelha de vergonha.
__ Não ele é...
__ Sou o patrão de Rachel. -Estende a mão. Comprimentamos todos e nos sentamos no sofá.
__ Mas me diga, o que esta fazendo com esses olhos enchados Rachel?.-Meu pai pergunta.
__ Bebi de mais ontem. - Ele concorda.
__ Então como esta sendo o rendimento de Rachel Sr Levinsk?. - Dominic olha para mim e cruza as pernas... tão folgado. Estou sentada no sofá ao lado de Dominic. Minha mãe e meu pai no outro e meu irmão em uma poltrona...
__ Ela é bastante prestativa, acho que vamos nos dar bem. - Ele me olha e não posso notar muito entusiasmo.
me remexo, pois estou ficando molhada com os olhares de Dominic e não tenho nenhuma calcinha para me ajudar....
__ Rachel você está bem?.- Minha mãe pergunta arqueabdo uma sobrancelha. __ Está meio que desconfortável.... - Olho para Dominic e ele me olha sorrindo.
__ É ... o que ha de errado Rachel?.- Cretino ele sabe que estou sem calcinha... e por culpa dele!
__ Nada,estou bem, somente com dor de cabeça. - Bebo meu suco.
__ Rachel?.- Minha irmã grita.
__ Minha pequena... estou aqui... - Me levanto indo em direção a porta. Ela pula no meu colo, faz mais ou menos dois meses que ela estava fora, hoje não poderia ser diferente de sempre que estamos proximas. Ela é uma menina simples e tão meiga, me dá uma vontade imensa de dar a ela, o que eu não tive... o amor de mãe e pai sei que não se substituí, mais ela é uma irmã que eu sem sombra de dúvidas daria minha vida.
__ Como esta?.- Me pergunta, seus cabelos loiros lisos voam por causa do vento...
__ Tirando a ressaca, eu to bem. -Ela concorda. Entramos na sala e ela olha para Dominic desconfiada. Comprimenta a todos e vai para seu quarto se arrumar.
__ Dominic você nasceu aqui em Vegas mesmo?.-Meu pai pergunta
__ Não, minha família são franceses. - estou adorando descobrir mais sobre este pedaço de peste e anjo.
__ O almoço esta pronto. - Minha mãe chega a sala anunciando. Todos se levantam e fico para trás...
__ O que acha que esta fazendo?.-Pergunto baixo
__ Nada
__ Você me deixou sem calcinha e esta me dizendo que não esta fazendo nada?.- Pergunto segurando seu braço,me pondo em sua frente.
__ Você esta sem calcinha para aprender a não me insultar. -Ahn?
__ Você é um canalha sabia?.- Ele me encara sorridente e me provoca chegando perto.
__ Essa umidade que esta sentindo debaixo das pernas, ta sentindo?.- Ele toca meu braço com seus longos dedos. Meu corpo entra em alerta e fica sensível.
__ Sabe essa vontade?.- Coloca uma mão em minha coxa e vai subindo, fico em alerta para que ninguém apareça na sala.
__ Você neste exato momento pode imaginar eu te jogando sobre esse sofá e te fudendo até você esquecer seu próprio nome não é?.- Aperto as pernas, nossa preciso dele, mais preciso lembrar que ele é um covarde. Um covarde delicioso.
__ Pare...-Gemo quando sinto seus lábios no meu pescoço.
__ Você me quer?.- puxa de leve meu cabelo beijando meu pescoço... seu perfume esta me embriagando...
__ Sim...-Soluço de t***o.
__ Fiquei feliz em saber disso, agora se mantenha calma e vem almoçar... - Desgraçado, com um t***o ferrado e com a boca seca, ele me deixa na sala... Eu odeio este homem, como vou para a cozinha com as palavras dele na mente e a causa no meio das pernas? juro que eu o mato, na primeira oportunidade.