Acordei mais cedo que Pedro. Os primeiros raios de sol entravam pelo vão da janela. Levantei da cama, esticando o corpo que ainda estava dolorido. Entre minhas pernas, ardia por ter perdido a virgindade na noite anterior, e doía por ele ser tão grande. Não achei que chegaria ao meu limite. Sempre gostei de brincar com facas e sangue, sempre escondi esse meu fetiche por ter sido pega uma vez e chamada de monstro, fazendo com que tivessem medo de mim. O que aconteceu na noite passada foi como passar dos meus limites e entrar em êxtase. Nunca achei possível algo assim acontecer, até estar nas mãos de Pedro. Vesti a camisa dele, que ele havia tirado em algum momento na madrugada enquanto eu dormia. Enquanto abotoava, entrei no banheiro e fui preparar o banho dele. Ainda não fazia ideia do

