Após verificar o estado de saúde da minha avó e conferir sua pressão arterial, eu e Lia administramos os medicamentos prescritos pelo médico, ela inicialmente relutou em tomá-los, alegando que esses remédios a deixavam sonolenta e que precisava sair. Lia me repassou algumas informações que minha avó havia admitido a ela. Enquanto ela se dirigia para o banho, me sentei ao lado da minha avó, ansiosa por saber o que havia acontecido e o que o pérfido Rubens havia dito a ela para deixá-la tão perturbada. Com preocupação, comentei: — Vejo que a senhora não está tão bem quanto diz. — Ela desviou o olhar, evitando me encarar. Eu conhecia minha avó o suficiente para perceber que sua relutância em tomar os remédios estava ligada ao medo de Rubens, que sem dúvida a ameaçara. Ele sempre soube mani

