Tom
Quando entramos no meu carro ela estava mais quente que um vulcão, sem me dar tempo de falar alguma coisa. Ela entrou comigo no carro e sentou no meu colo no banco do motorista.
Eu estava tentando manter os olhos na estrada, mas com a Ashley estava tornando essa missão impossível abrindo minha camisa e lambendo meu pescoço
Sentir o corpo quente dela pressionado contra o meu era uma distração poderosa. Ela estava esfregando cada centímetro do corpo dela em mim, e eu conseguia sentir o calor dela através das roupas.
O seu perfume enchia o carro, e cada movimento sutil que ela fazia enviava ondas de exci*tação por todo o meu corpo.
Eu estava ficando duro e sabia que era questão de tempo até que perdesse o controle. Respirava fundo, tentando focar no trânsito, mas a sensação dela sobre mim estava me deixando louco.
A cada risada, e cada sussurro, fazia a vontade de parar o carro e arrancar as roupas dela e fo*der ela ali mesmo.
Mas eu sabia que precisava manter a calma e seguir em frente, apesar de meus pensamentos estarem muito longe de dirigir. Cada segundo que passava com ela ali, beijando o meu pescoço e acariciando o meu corpo, tornava mais difícil ignorar o te*são latente.
Cheguei em casa super rápido, e os seguranças abriram os portões assim que viram meu carro.
Conhecia o caminho até no escuro e levei Ashley direto para o meu quarto enquanto beijava seu pescoço. Ela se entrelaçou em mim com as pernas, e eu a carreguei até a cama, já estava louco de tanto te*são.
-Temos que sair daqui!- ela falou desesperada, mas eu estava em cima dela e não ia sair tão cedo.
-Por quê? - sussurrei enquanto minhas mãos roçavam seu corpo.
-Esse quarto é do meu chefe -ela ainda estava fingindo não me reconhecer? Ou ela realmente não sabe quem sou eu? Fiquei confuso.
-Você já trouxe alguém aqui? - perguntei enquanto chupava seu pescoço, curioso se ela visitava meu quarto com frequência.
-Eu não sou tão corajosa assim, ele vai me matar se descobrir! – disse, e eu tirei o vestido dela, deixando-a só de calcinha. Meu p@u já estava duro e latejando por causa dela.
-Talvez ele goste! — falei louco de desejo, enquanto tirava a calcinha dela.
Desci lentamente, traçando um caminho de beijos pelo seu colo, descendo até seus se*ios. Cada suspiro dela só aumentava minha excitação.
Continuei descendo, beijando sua barriga lisa e macia. Quando cheguei ao meio das pernas dela, senti uma onda de euforia se apoderar do meu corpo,com certeza eu estava pensando com a cabeça de baixo.
Foi um prazer indescritível estar ali, vendo e sentindo sua bu*ceta diante de mim, fazia tanto tempo que eu não via uma mulher nua, e muito menos tão gostosa.
Chupei aquela bu*ce*tinha rosada saboreando cada pedacinho dela. Nossa como era doce.Eu estava louco para sentir o sabor do seu mel.
Ela gemia e se contorcia sob meu toque, o que só aumentava meu tes*ão.
Eu estava completamente imerso naquele momento, cada gemido dela fazendo o meu p@u late*jar.
Não queria parar, queria explorar cada centímetro do corpo dela, fazendo-a sentir todo o prazer que eu podia oferecer.
-Isso!! Meu Deus, como isso é bom!— disse Ashley, gemendo de prazer.
Afastando a boca da bu*ceta dela, abri um pouco mais suas pernas e segurei firmemente seus quadris. Meu p@u estava pulsando de desejo, pronto para entrar.
Sem perder mais tempo, comecei a penetrá-la, sentindo cada centímetro dela me acolhendo. O calor e a umidade dela me deixavam louco, e cada gemido só aumentava minha vontade de continuar.
Eu a segurava com força, sentindo seu corpo se arquear a cada movimento. A sensação de estar dentro dela era indescritível, e eu não queria que aquele momento acabasse tão cedo.
Aumentei a velocidade e a força das estocadas, sentindo cada vez mais a pressão e o prazer crescendo.
-Isso! Eu tô quase lá!! — ela gemia, cada palavra um incentivo para eu continuar.
Eu estava aproveitando cada segundo, adorando a sensação de comer a babá. O calor e a umidade dela, os gemidos de prazer, a forma como seu corpo se movia contra o meu, tudo isso me deixava ainda mais excit*ado.
Estava completamente imerso no momento, cada movimento levando ambos mais perto do clímax.
Ela go*zou, gemendo alto e se contorcendo de prazer sob mim.
Sentir seu corpo tremer e se apertar ao redor do meu p*u só aumentou minha excitação. Continuei por mais um tempo, cada estocada me levando mais perto do meu próprio clímax.
Quando senti que estava quase goz*ando, tirei o p@u dela, sentindo a pulsação intensa. Eu estava à beira de explodir, e só parei para não correr o risco de engravidá-la. Foi por pouco, mas um segundo e eu poderia me tornar pai de quatro.
Senti meu corpo se liberar em uma onda de prazer intenso, go*zando profundamente, nossa fazia muito tempo que não sentia essa sensação, acho que vou ouvir mais o meu amigo mulherengo.
E quando eu imaginava que ela não podia me surpreender mais Ashley me aborda com a seguinte pergunta.
–Foi maravilhoso…você por acaso é garoto de programa ou ator pôr*no?
-O que? kkkkkkkk-ri com a pergunta da minha funcionária que pelo visto é bem atrevida- que tipo de pergunta é essa?
-E o se”xo foi muito bom, tipo fora do normal! Só trabalhando com isso pra ser tão bom, sem falar no tamanho…-ela olhou diretamente pro meu p@u e depois voltou os olhos pra o meu rosto.
-Tamanho?-perguntei curioso e feliz pela reação dela, se ela gostou tanto agora que eu estou sem prática…vou deixá-la completamente louca quando eu voltar a ativa.
-Você é meio maluquinha né!?-Perguntei rindo tentando entender o que se passa na cabeça dessa mulher para falar isso para o próprio chefe.
Ashley realmente conseguiu me surpreendeu, porque é preciso ser uma ótima atriz para fingir não conhecer o próprio chefe, ou ela tem problema de memória…será?
Me distrai por um segundo com os meus pensamentos enquanto ela mostrava pra mim o tamanho do meu p*u, como se eu não soubesse o presente que Deus me deu, o que me fez rir ainda mais.
-Do que você está rindo, esse é o tamanho, eu senti dentro de mim, você deve ter muita dificuldade pra encontrar calça e cuecas que sirvam!
-Ou você é muito corajosa ou é muito boba pra dizer essas coisas pra mim- Falei enquanto rachava de rir das suas insinuações
-Eu não entendi, eu só falei a verdade porque acha que eu sou boba?-Ela perguntou com um olhar de inocência genuína, ela não parecia mais estar fingindo não me conhecer, ela realmente não sabia quem eu era.
Decidi que esse joguinho deveria acabar, é melhor contar logo que eu sou chefe dela, acariciei a bochecha dela tentando aproveitar o momento, sinto que provavelmente ela vai surtar e me bater quando descobrir que eu sou o chefe, isso se ela não sabe…talvez eu esteja sendo enganado pela jovem de olhos castanhos, como ela consegue ser tão linda? Pensei antes de dizer:
-Lembra que você disse que esse quarto era do seu chefe?-Estava pronto pra esclarecer o possível mau entendido.
-Ai meu deus! É verdade, eu já tinha esquecido, nós temos que sair daqui agora!!- Ela saltou da cama com uma cara de desesperada -Vamos, pega a sua roupa, meu quarto fica perto mas precisamos sair logo daqui!
-Fica calma, tá tudo bem, não precisa correr!- eu falei tentando trazer ela de volta pra os meus braços, mas era impossível, a garota estava em pânico.
-Não, você não entende!! Esse é o emprego dos meus sonhos eu não posso estragar tudo!!!- as palavras dela me atingiram de uma forma que não consigo explicar, é tão bom saber que escolhi a pessoa certa para cuidar do meu bem mais precioso, minhas filhas.
-Tudo bem, mas vamos conversar quando você se acalmar. Me vesti decidido a conversar com ela fora do meu quarto, quando ela estivesse menos desesperada, mais por enquanto ver ela assim louquinha por causa do chefe estava me divertindo como a muitos anos não me divertia, então resolvi aproveitar.
Depois de muita correria saímos do quarto, ela praticamente me arrastou pra fora, e eu assistia tudo de camarote.
Ashley segurou meu pulso e me puxou para fora do quarto, sua urgência clara em cada movimento.
Eu me divertia calado, observando seu desespero em garantir que ninguém nos pegasse. O medo dela de sermos descobertos só tornava tudo mais excitante.
Enquanto ela me arrastava pelo corredor, eu mantinha um sorriso discreto, curtindo a situação. Estávamos quase chegando ao quarto dela quando, de repente, a luz da sala se acendeu. Lá estava Karen, a empregada da família, com uma expressão de choque ao nos ver.
Ela reconheceu imediatamente quem eu era, e pude ver o medo em seus olhos por ter interrompido o chefe da família com uma garota. Levantei a mão, acenando para que ela não dissesse nada e simplesmente saísse.
Ashley tentava se explicar para Karen enquanto Karen se desculpava gaguejando
Ela saiu praticamente correndo da sala, obviamente assustada e envergonhada.
Eu quase ri alto. Toda a cena era incrivelmente divertida para mim.
-Acho que isso foi um pouco arriscado.-eu disse, ainda sorrindo, enquanto a puxava para mais perto de mim.
-Mas definitivamente valeu a pena.
-Você tem que ir embora!- Ashley disse com um tom de voz sério, quebrando o clima.
Eu tentei falar.
-Você ainda não entendeu, você não sabe quem eu sou...
-Isso não importa. -ela interrompeu, a urgência evidente em sua voz.-Ninguém mais pode te ver aqui!!!!-ela disse determinada a me tirar de casa. Eu pensei em argumentar, explicar quem eu era, mas quando notei que ela estava decidida e continuei assistindo de camarote o esforço dela para me tirar da minha casa.
Em poucos minutos, ela me empurrou porta afora, sem me dar chance de explicar.
Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, ela fechou a porta na minha cara e saiu.
Fiquei ali por um momento, olhando para a porta fechada, uma mistura de diversão e frustração tomando conta de mim.
A cena toda tinha sido, de alguma forma, incrivelmente divertida, mesmo que ela não tivesse ideia de quem eu realmente era.
-Ela realmente bateu a porta na minha cara? Na minha casa!?-falei em voz alta ainda um pouco desacreditado com a cena divertida que acabou de acontecer.
-Tenho que entrar, não posso passar o resto da madrugada aqui fora…-falei comigo mesmo andando em direção ao meu carro que ficou jogado, na frente da casa ao invés da garagem graças a intensidade da babá furacão.
Acho que vou fazer uma surpresa para a babá maravilha e revelar que o cara com quem tran*sou loucamente até perder o fôlego é na verdade o mesmo cara que paga o salário dela.