Jean me convenceu de ir viajar no quarto mês de gestação, pois eu havia acabado de completar o terceiro mês e seria arriscado demais viajar. Eu não entendia muito sobre condições médicas mesmo estando casada com um médico, preferi respeitar e concordar. Não estava disposta a colocar a vida do meu filho em risco, eu não sei se aguentaria outra perda inesperada, apesar da morte da minha mãe ter ocorrido há um tempo, pra mim parecia recente e eu não saberia como lidar com outra perda. Apesar de não sentir muito meu filho dentro de mim, eu o amava muito e achava surpreendente eu estar amando um ser que não conhecia, não sabia nada sobre ele ainda e já amava. Comecei o meu pré natal no hospital que Jean trabalha, ele estava muito ansioso para saber o sexo do bebê e estava disposto a

