*Carlos narrando*
Aqui quem fala é o cara mais gostoso, temido e f**a da favela da Rocinha, eu mesmo, Carlos Rodrigues, meus pais são Daniel e Elaine confesso que eu queria mesmo era ser filho do tio lobão, daria facilmente pra trocar, eu sou igual ele, o sangue dele corre na minha veia, sou bandido m*l e qual o tio lobão, na verdade eu sou mais que ele de rei na favela só pode ter um e entre eu e ele é claro que prefiro eu.
Mandei o papo pro Máscara, ele vai me fortalecer nessa parada, eu infelizmente ainda sou de menó mesmo tendo mais valentia que muitos vei por aí, pedi ajuda pq tem que ser cabeça o máscara vai derrubar meu tio e eu vou assumir essa p***a, parece até crueldade falar assim, m***r o próprio tio, mas é c***l mesmo e f**a-se, tô nem aí, eu que vou mandar nessa p***a. Sei que Elena vai se tornar um problema, ela é a única herdeira do meu tio mas se eu m***r ela, só vai reatar um sucessor, eu, então depois eu passo ela também e tá de boa.
Tô aqui f1 um no meu quarto, meu pai odeia que eu fume, pago de bonzinho pra ele as vezes pra disfarçar, já mandei o papo pro mascara e agora é só esperar...
Do nada eu escuto a porta do me quarto abrir, meu pai vem logo em seguida e entram dois vapores pra me segurar, que c*****o é esse?
Daniel: Guilherme, pelo amor de Deus, não mata meu filho, ele é só uma criança
Lobão: Criança que planejou me m***r, é x9 pro morro do alemão e quer assumir meu lugar, tu criou errado Daniel, como tu tem um cão desse dentro de casa e deixa ser assim?
Daniel: A vida é dura Guilherme, trabalhar pra se sustentar não é como drogar os moleques, não mata meu filho, se Elaine souber ela morre de desgosto.
Lobão: Tu pensa que minha vida é fácil? A gente passou pelo que passou e hoje aqui, dei pra bandido mas tenho caráter, moral, agora essa p***a tem tudo e vira um m***a desse, bora coiote, leva.
Daniel: Fala alguma coisa Carlos, se defende c*****o. ~ Fico calado, não vou entrar na onda desses comédias, minha ideia é uma só, vou esperar só uma oportunidade pra me soltar.
Daniel: então é verdade, p***a, quem mandou tu se meter com isso, tu vai m***r tua mãe Carlos. ~ Fico calado os caras me levam pro carro e escuto meu tio falar
Lobão: Ele vai ter o que merece... ~ Vejo meu pai com a mão na cabeça, desesperado vendo o carro comigo dentro se distanciar, é de dar dó, mas eu não sou o tipo de pessoa que tem dó.
Chego na boca os caras me jogam na salinha igual cachorro, vou aprendendo pra fazer igual, meu tio entra com cara de demônio mas mais que ele sou eu, tô só esperando o momento certo... uns caras metem a p*****a em mim, levo vários socos na cara, barriga e eu não aguento mais de tanto ódio, quero m***r cada um deles...
Lobão: E aí pivete, começa a falar qual foi a de menos, quer passar o próprio tio filho da puta...
- Tenho nada pra falar não tio, tudo caô, eu não queria te m***r não. ~ Ele rapidamente soca minha cara e vai pegar algo na mesinha...
Lobão: tu quer ser dono de morro né c*****o? Ja peguei muitos como tu, do teu tipo eu já conheço. ~ Ele se aproxima com um alicate na mão, abre minha boca e arranca um dente, caraaaaalho que dor, tô fudido, não consigo nem parar sentado de tanta dor, ele me arrasta pra mata e manda eu cavar uma cova, eu nao tenho forças, mas tenho ódio.
Filha da p**a, vai me m***r, eu tô fudido, não vou sobreviver pra m***r esse arrombado, imploro pra ele, dizendo que nunca mais irei fazer, estou pagando de arrependido, pois é minha única saída, continuo cavando ele me joga dentro, os caras estão jogando areia em mim eu tô tonto, vejo tudo escurecer, tô fraco, ainda não morri mas é como se estivesse, minha alma parece estar fora do corpo, escuto minha mãe chorar e implorar pela minha vida, escuto a voz do arrombado do meu tio;
Lobão: Tu vai se safar por causa dos teus pais, mas se vacilar de novo vai pra vala sem caô, espero que tenha aprendido a lição...
Aprendido a lição uma ova, eu vou me vingar, vou tomar o morro, nem que eu faça isso com as próprias mãos, Guilherme Rodrigues, seus dias estão contatos, e Elena Maria tu vai ser escrava s****l de todos os macho do morro. Aguardem meu retorno.
Chego em casa arrastado pelos meus pais, minha mãe me olha chorando, liga o chuveiro e a água escorre pelo meu corpo, a areia misturado com sangue desce pelo ralo mas uma lágrima do meu corpo não escorre...
Elaine: Meu filho! Onde eu errei?
- Não é culpa tua não mãe, eu que sou todo errado.
Elaine: Eu te amo Carlos, eu te quero tanto bem. Promete pra tua mãe que vai parar com isso meu filho. ~ fico calo e ela me esfrega e eu apenas faço cara de dor e ela fica sem saber se me toca... - Se afasta de tudo meu filho, sai dessa
- Não dá mãe, eu que sou todo errado, minha mente anda toda errada, eu não consigo! ~ ela abaixa a cabeça, desliga o chuveiro, seca as lágrimas e me leva até a cama, me deito e apago rapidamente tentando não se importar com a dor...