Gustavo Narrando Mano, o clima entre eu e Isabella pegou fogo de vez. Não dava mais pra segurar, não dava mais pra fingir que essa tensão entre a gente não existia. Eu já tava no meu limite. Toda vez que ela chegava perto, que me desafiava com aquele olhar, meu corpo queimava de desejo. Não era só vontade, era necessidade. Cada provocação, cada olhar, cada vez que ela mordia aquele lábio me fazia perder o controle aos poucos. Eu sabia que a gente tava brincando com fogo, mas quer saber? Eu nunca fui de fugir do perigo. Ela tava ali, respirando pesado, me olhando com aqueles olhos cheios de confusão e algo mais que eu conhecia bem. Eu vi o desejo espelhado no olhar dela, vi que ela tava sentindo a mesma coisa que eu. — Tu tá brincando comigo, né? — minha voz saiu rouca, carregada do ca

