115- Gustavo

1005 Words

Gustavo narrando Acordei cedo, mais cedo que todo mundo lá em casa. A Isa ainda tava dormindo, toda encolhidinha na cama, com aquela carinha de paz que só ela tem. Dei um beijo na testa dela, cobri melhor e saí no sapatinho. Hoje era dia de resolver pendência. Desci pra salinha com o coração no gelo. O bagulho não tinha como passar batido. Antônio tava lá… sentado, amarrado, todo quietinho, mas só de olhar já dava pra ver que ele sabia que ia dar r**m. Entrei devagar, fechei a porta atrás de mim, e encostei na parede, observando ele. — E aí, mané… achou que ia brincar com a cabeça da Isa e sair ileso? — falei, encarando ele de cima. Ele ficou em silêncio, só me olhou com aquele olhar de medo disfarçado de arrogância. — Tu mexeu com a pessoa errada, irmão. Isso aqui não é só pela men

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