Isabella Narrando Fiquei encarando o Gustavo, meu coração acelerado, mas não era medo… Era raiva. Ele tava perto demais, aquele olhar debochado, aquele sorrisinho irritante como se já tivesse certeza de que ia me dobrar. — Sai da minha frente — falei firme, sem desviar o olhar. Ele não se mexeu, só arqueou a sobrancelha como se estivesse se divertindo. — E se eu não quiser? Trinquei os dentes, sentindo meu sangue ferver. Eu queria gritar, queria empurrar ele, mas sabia que isso só ia dar mais motivos pra ele tirar onda comigo. Então fiz o que ele menos esperava: sorri. — Então eu vou passar assim mesmo — respondi, e no segundo seguinte, dei um passo firme pra frente, batendo meu ombro contra o peito dele e saindo do quarto. Senti o olhar dele me seguindo, mas não olhei pra trás. De

