Tatu Narrando Mano… cê tá doido. Quando eu puxei a Sofia pela cintura, já sabia o que eu queria — mas não esperava que fosse daquele jeito, não. A mina se encaixou em mim como se o corpo dela já tivesse decorado o meu. E aí, sem pensar duas vezes, tasquei o beijo. E que beijo, fi… parecia cena de filme. A boca dela macia, quente… e o jeito que ela se entregou no começo? Cê é louco, quase perdi o controle ali mesmo. Mas do nada, ela se afastou. Fiquei olhando, sem entender muito, mas respeitei. Não sou moleque, tá ligado? Ela tava ofegante, com o olhar meio perdido, mas ao mesmo tempo decidida. Ela falou baixinho, tipo tentando se convencer também: — A gente não pode… não assim… Eu só dei um sorrisinho de canto, cocei a nuca e falei: — Suave, princesa… não tô com pressa, não. A hora

