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1833 Words
Capítulo 44 Heloise narrando Eu estou a uma semana trancada nesse lugar , ganhando comida por uma janela, eu gritava, pedia ajuda e até mesmo ameaçava, eu não conseguia ver nada do lado de fora a não ser quando abriam uma pequena porta que deveria servir para cachorro sair para me entregarem comida. Aquele caminhoneiro filho da p**a, quando eu sair daqui, eu vou encontrar ele e vou matar ele, eu juro que eu vou. Agora eu não entendo quem estava me mantendo trancada aqui, porque se fosse o meu pai, ele já teria me matado com a raiva que ele sente de mim, esse lugar era horrível e até mesmo nojento, fedia tudo fedia aqui dentro, o banheiro fedia, saia pouca água do chuveiro, era como se fosse um porão velho e imundo, tinha uma cama e uma televisão que quase não pegava, tinha alguns tijolos que dava para enxergar no lado de fora pelos buracos minúsculo mas só conseguia ver mato e mais mato, então eu não sabia onde eu estava e nem imaginava que lugar era esse;. Ele era barulhento as vezes e ao mesmo tempo se tornava silencioso outras vezes, tinha barulhos de caminhões, carros, sei lá o que era, mas tinha que passava aqui em volta. Eu tentava desvendar o que era e quem era, mas era difícil. Eu fico esperando do lado daquela portinha alguém me trazer comida, eu tinha seguro a faca que tinham trazido em um dos almoços e ninguém nem percebeu, fico ali esperando por algum tempo, já estava cansada, até que a porta se abre e quando ela se abre, eu enfio a faca na mão da pessoa e seguro ela forte. — Me larga sua v***a – a voz de um homem soa — Abre a porcaria da porta – eu falo — Me larga – o homem tenta que eu solte a mão e eu seguro forte a faca. — Eu vou terminar de te esfaquear – eu consigo empurrar a faca ainda mais — Abre a porta – escuto a voz dele e fico sem entender. — Anda vaida me solta – ele consegue me empurrar no chão E ao mesmo tempo a porta se abre. — Está me trazendo problemas Heloise? – ele pergunta — Seu filho da p**a – eu falo me levantando e indo para cima dele – eu vou te matar – ele me segura com as duas mãos. — Não é assim que você tinha que me receber. — E olha a forma que você me recebe – eu o encaro – nesse lugar imundo. — É o que você merece por enquanto. — Eu mereço isso? – eu olho para ele – você naõ sabe da missa metade da minha vida. — Eu sei que você é uma traidora, fugiu do morro do carioca porque? – ele pergunta — Porque eu estava com medo de você e do Jovi – eu falo – porque eu sei que Carioca não iria me matar, mas vocês. — E sinceramente, por enquanto o que eu pretendo fazer é te dar um tiro bem no meio da testa – ele fala – bem no meio da testa sem pensar duas vezes. — Então faz isso se você é bem homem – eu falo – até porque você assim como eu, sabe que sou inocente e sabe que quem guarda o segredo são outras pessoas, porque você não vai atrás do meu pai p***a e me deixa em paz. — Você é envolvida com policial – ele fala — Eu não sabia que ele era policial. — E olha que loucura – ele fala ainda segurando os meus braços forte – seu pai é envolvido com Kaique também – ele me joga contra a cama – e ai você quer me dizer que você não é envolvida com ele para ser x9? — Meu pai e Kaique? – eu falo encaranod ele. — Seu pai e Kaique – ele fala – sua v***a, traidora – ele me encara – se você continuar me trazendo problemas aqui dentro, você vai morrer antes do que você imagina. — Eu não sei dessa união deles, eu me envolvi com ele apenas para poder me manter, ele me bancava e nada mais – eu falo para ele – se Carioca conversou com você, você sabe de toda a verdade e sabe que eu não sou traidora. — Carioca não acredita em você. — Ele acredita – eu falo – porque ele sabe da onde ele me tirou , minha vida nunca foi fácil, como você imagina – eu o encaro – a sua sempre foi, conquistou tudo que queria, o comando da porcaria do tue morro e eu? Eu acabei em prostibulo, tendo que me prostituir em troca de um prato de comida. — Cala boca, não vem com esse papo, não vou sentir pena de você sua p*****a. — Eu não quero que você sinta pena de mim, eu quero que você seja homem de verdade e vá atrás da verdade Henrique – ele me encara – e quando você fizer isso, você vai ver que eu não tenho nada haver com isso. A gente se encara, ele sai do quarto e fecha a porta a trancando tudo. — Filho da p**a, seu filho da p**a, eu juro que eu vou achar uma forma de fugir daqui e vou te matar. — Tenta – ele fala ] Capítulo 45 Ph narrando As duas estão mais nervosa e mais se xingava do que falava a verdade, eu chamo Lk no radio e ele vem e as duas encaram ele. — Tudo preparado como pediu – Lk fala — Preparado o que? – Minha mãe pergunta — Não queira saber – eu falo – abre a p***a da boca. As duas suspiram e se encaram uma com a outra, as duas estão sentadas e eu me sento na frente delas e Lk se senta ao meu lado, ele acende um baseado , dar uma tragada e me oferece. — Eu não estou brincando – eu falo para elas – as coisas ainda estão tranquila para o lado de vocês. — Não podemos contar – minha mãe fala — Podemos – Marta fala — Não – minha mãe fala — Marta conta e se livra da tortura – eu respondo – e Lk te leva – minha mãe fala. Na verdade não tinha tortura nenhuma mas queria assustar elas, até porque depois disso, as duas não ficariam livres até tudo isso se ajeitar, seriam levadas para um lugar dentro do morro, ficariam trancadas até a gente ter certeza que nenhuma delas iriam dar informação para o lado de fora, agora até elas não são mais da nossa confiança. — Abre a p***a da boca – eu falo para elas e as duas se encaram. — Eu falo mas você precisa prometer que não vai falar para o Rk. — Então abre a porcaria da boca. — Tudo começou com um pacto – minha mãe fala – após a relevação de acontecimentos que poderia mudar a vida de todo mundo e causar uma guerra e a única pessoa que não participou do seu pacto foi – ela me encara — Quem? – eu pergunto — Seu pai – ela fala RK narrando Eu fico no lado de fora vendo pela câmera que tinha lá dentro e tinha no meu celular ela xingando e batendo contra a porta muito nervosa, se ela pudesse ela matava todo mundo e me matava também. — Para de gritar – eu falo se aproximando da porta. — Eu vou te matar. — Na verdade – eu falo – grita a vontade porque o buraco que você está, ssó eu sei onde é e onde fica, ninguém te escuta no lado de fora. — Você é um monstro Henrique, você não vai conseguir se safar dessa – ela fala nervosa – uma hora eu vou sair e todo mundo vai saber. — Ai que está Heloise, você não vai sair daqui viva – eu falo Eu saio dali, subo na minha moto e desço o morro todo, quando me aproximo vejo tudo sendo derrubado. — Cadê Phj matarindo? – eu pergunto — Não sei, tinha que resolver uma coisa e me deixou no comando. — Estranho – eu falo Eu vejo meu celular e tinha uma ligação perdida dele, tento ligar mas ele agora não me atende, eu vou para boca, me sento na boca e acendo um baseado pensando em Heloise. — ‘’ Então faz isso se você é bem homem ela fala nervosa – até porque você assim como eu, sabe que sou inocente e sabe que quem guarda o segredo são outras pessoas, porque você não vai atrás do meu pai p***a e me deixa em paz.’’ Não posso negar que a bicha é tenebrosa, se eu não fosse mais esperto que ela, ela já teria fugido daquele lugar da mesma forma que fugiu do Carioca e já deve ter fugido de tantos lugares. Não foi fácil pegar ela, mas na hora que eu vi que ela correu para o mato e olhei para aquele lugar, eu vi que tinha vários esconderijos e apenas duas saida, a estrada de chão ou o avenida, ela não sairia por outro lugar, porque eram as únicas saídas. Flash black onn Eu estava monitorando jutno de todos os homens da minha confiança, homens esses que não faziam parte do morro, que eu tinha do lado de fora, até porque nem sempre poderia confiar em que estava lá dentro. Eu tinha pensado em várias formas que ela poderia sair e tentar ajuda. — Ela está no acostamento – meu rádio toca e eu pego o binóculos para ver ela e vejo ela pedindo ajuda toda machucada. — Pedro entra em ação – eu falo Não demorou muito para ele sair com o caminhão do local combinado e andar por todo o acostamento e parar para ela entrar. Eu abro um sorriso quando ela toda b***a entra no caminhão. — Nunca foj tão fácil – eu falo sorrindo Flash black offo O que me faz ter excelência em tudo, era que eu conseguia pensar rápido e arrumar estratégias rápidas também e foi o que aconteceu quando eu vi que ela tinha fugido, uma hora ela iria ter que sair e logo já fui traçando quais eram a saída e vendo o passado da Heloise, onde ela sempre fugia , ela iria dar um jeito de fugir e como ela era um pouco esperta, ela não iria deixar que ninguém descobrisse para onde ela fosse por isso não pegaria ônibus porque registraria a identidade dela. E só tinha um jeito, pedir carona para as pessoas que mais dão carona, os caminhoneiro. Eu abro um sorriso vendo que agora ela está nas minhas mãos e as coisa ssão diferentes, porque ao contrário do Carioca, eu não passo a mão na cabeça de ninguém, pelo ao contrário.
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