CAPÍTULO 22 "Quando o desejo é um comando… e o amor, uma sentença de morte emocional." Max se levantou no exato momento em que Anjelina girou a chave e trancou a porta atrás de si. O som metálico ecoou como uma sentença. Os dois ficaram se encarando. O silêncio da sala parecia vivo. Pesado. Quase palpável. Max respirou fundo, mas não disse nada. As mãos firmes ao lado do corpo. A mandíbula cerrada. As veias no pescoço dele saltavam de leve, traindo o autocontrole. Anjelina sentiu o estômago contrair. O cheiro dele. O olhar dele. A p0rra daquela aura de domínio que ela odiava... e amava. Ela deu dois passos à frente. Os olhos em chamas. — Você não vai me ouvir nem por um segundo, é isso? Max continuou imóvel. — Não tenho tempo pra isso, Anjelina. — Eu não quero o seu tempo. Qu

