A PORTA QUE NUNCA FECHOU

1529 Words

CAPÍTULO 24 Quando o desejo chega antes do perdão. Max estacionou em frente à casa. Rua das Acácias, número 78. Portão preto. Muro azul. Tudo parecia calmo. Mas dentro dele… era tempestade. Apoiou os dois braços no volante. Encostou a testa ali. Fechou os olhos. — Que p***a eu tô fazendo aqui? Que merda... Respirou fundo. Apertou os dentes. Desligou o carro. Saiu. Caminhou até o portão. Tocou a campainha. Do outro lado, Anjelina ajeitou os cabelos rapidamente. Estava de camisola — fina, vinho, um pouco solta no corpo, as alças tortas. Descalça. O cabelo ainda úmido do banho. Nenhum tempo de se arrumar. Ela olhou pelo olho mágico. Era ele. Respirou. Girou a maçaneta. Quando a porta abriu, Max estava ali. Lindo. Camisa preta justa no corpo, barba bem-feita, perfume int

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