CAPÍTULO 18 Quando o goz0 vem antes da cura... e o caos vem depois do goz0. Ela caiu de joelhos, a mão se movimentando entre as coxas. O rosto suado. Os olhos úmidos. "Meus dedos se mexiam, mas era como se não fossem meus. Era ele. Era o comando. Era o que eu odiava… e, naquele segundo, o que eu mais desejava." — Você acha que vai me curar me fazendo g0zar? “Um cheiro de cimento. Um grito abafado. As mãos dele… e agora as mãos eram minhas. Fazendo de novo. Obedecendo de novo. Deus… não de novo.” — Talvez. — Você não sabe nada sobre dor. — Mas sei sobre desejo. Ela tremia. O corpo suando. A mão parou. — Não faça isso comigo... Ele parou também. A respiração dele era uma ânsia de toque. Ele se aproximou. Agachou diante dela. — Então vai, Anjelina. Vai embora. Ele se levantou.

