Terminou de comer e levantou-se, colocou o prato no carrinho e foi checar a fralda de Luna, estava xixi, tirou a roupinha dela com cuidado e lhe deu um banho rápido, ali na pia do banheiro mesmo, pois não tinha levado a banheira. Em meio ao chorinho fino da filha, Any a secou e a vestiu com toda a paciência do mundo, ela apostava o que fosse como não existia ninguém mais paciente com a pequena do que ela. A pegou no colo, ninando e lhe deu um beijinho na cabecinha. Any: A mamãe nunca vai deixar ninguém te fazer m*l meu amorzinho. – beijando a mãozinha dela. – Nunca, enquanto a mamãe viver, ninguém vai te machucar. O bebê chorava incomodado e Any deitou-se com ela. Colocou-a deitadinha ao seu lado e apoiou a cabeça no braço, tirando o seio para fora, ofereceu a filha que abocanhou o

