Eu cheguei em casa numa vontade louca de apertar o pescoço daquela Sonsa, mas como sempre o anjo dela é ligeiro, YURI chegou a tempo, por mais um instante eu acabava com ela e não ia ter choro e nem reza, Essa tal de Karol me tira do sério, me sentei no sofá e senti uma dorzinha nas costas. — Um aí, dessa vez eu passei de todos os meus limites, em três anos fazendo sexo nunca que nenhum homem me deixou assim, com dores pelo corpo. Meu telefone começou a tocar, me assustei com toque e nem percebi que havia tirado um cochilo ali mesmo no sofá, na tela do celular era o nome do meu pai, que bom era ele e não Yuri com suas lamentações pelo ocorrido de mais cedo. — Alô, oi pai, sim estou ótimo e o senhor? — Oi minha branquela, o pai está bem também. — Como hoje é domingo queria saber se a se

