Enfim chegou o sábado, hoje irei junto com oficial de justiça, tomar posse do que é meu por direito e que aquela cobra me tomou, como eu fui burro, como não saquei que a fazenda era minha, como deixei Letícia tomar ela das minhas mãos, mas não tem nada não, o que for meu por direito o destino se engarrega de me devolver. Ao sair minha mãe me chama e faz uma oração em mim, eu amava quando ela fazia isso, quanto falta isso me fazia, era um gesto tão mínimo mais me enchia de coragem e proteção. Oração feita, corpo blindado, vamos para O Segundo Raud, agora é taca-lhe p*u, eu quero a cabeça das duas cobras peçonhenta, só vou sossegar quando eu enterrar meu pai e a sua linda filha, enquanto eu não ver o caixão abaixando para as profundezas do inferno eu não vou me sentir livre. Minha mãe mer

