Dapheny não teve uma infância de todo ru.im, ela é três anos mais velha que Scott. Na época do nascimento do irmão vivia com a mãe, mas o pai Drake Jhonson apareceu de surpresa na casa, ele foi ver Dave, se importava com o filho que seria seu sucessor, o menino tinha apenas 5 anos.
— Stephanie, vou levar meu filho para passear comigo...
— Bom dia para você também Drake!
Stephanie deixou Drake passar e ele se encaminhou para o quarto do menino. Ali ele encontrou Drake jogando videogame e Scott dormindo no berço, o bebê era apenas um recém nascido.
— Vamos meu filho! Vamos sair um pouco.
Ele estava passando pela sala com Dave e Dapheny o parou.
— Papai... — A menina se agarrou a suas pernas.
— Estou de saída Dapheny, agora não.
Stephanie pegou a menina no colo.
— Poderia levá-la também, nunca sai com sua filha.
— Não tenho paciência para meninas...
Ele ia saindo com Dave, mas quis saber do bebê.
— Stephanie, de quem é aquele bebê no berço?
Stephanie ficou preocupada, apesar de ter recebido autorização para viver longe de Drake, ela não sabia como ele comportaria diante de um novo relacionamento.
— Scott é filho de um segurança, está aqui a pouco tempo.
Não era realmente uma mentira, afinal Scott era um recém nascido, o pai era sim um dos seguranças, ela só não disse que a mãe era ela mesma.
O passeio com Dave foi agradável, eles já estavam voltando para a casa da mãe.
— Meu filho, quando aquele bebê chegou em sua casa?
— Pai, o Scott acabou de nascer, não faz muito tempo... Mas não gostei de ter um irmão, ele chora muito a noite.
— Irmão? Scott é seu irmão?
— Sim, a barriga da mamãe cresceu, ela saiu um dia e voltou com ele.
Drake estava separado de Stephanie a mais de um ano, não havia a possibilidade de Scott ser realmente seu filho, ele começou a pensar no que os outros membr0s da organização diriam ao saber que aquela que um dia foi sua esposa tinha um filho com outro homem.
Eles chegaram e Dave passou correndo pela mãe, foi até a cozinha pegar algo.
— Que porr@ você acha que tá fazendo Stephanie? Um filho de outro homem!
— Estamos separados e sim! Estou com outra pessoa.
— Pois você, esse saf@do e o bastardo não vão ver a luz do dia. Falarei com o chefe Wilson, ele não vai deixar passar essa traição.
Stephanie não se acovardou, o primo Luke Wilson sabia muito bem do seu atual relacionamento.
Drake entrou em contato com o chefe americano.
— Senhor Wilson, é uma traição, Stephanie tem que morrer!
— Não vai mata-la! Não deixará três crianças sem mãe.
— Ela merece uma punição, o que sugere então?
— Senhor Jhonson, corte qualquer recurso financeiro dela, tire tudo! Se ela está em um relacionamento, que este homem pague pelas contas dela.
Drake aceitou vencido, passou a não sustentar mais Stephanie. Ele conseguiu manter a calma por quase três anos.
Quando Scott tinha três anos ele viu fotos de uma festa de aniversário feita para o menino, um sócio havia sido convidado, Drake se sentiu humilhado pela ex-esposa.
— Drake, seu menino mais novo está um belo rapaz, que família agradável, só não entendo porque não mora com sua esposa.
— Ex-esposa, deixei Stephanie faz tempo!
— Entendo, pensei que estava vendo coisas entre ela e segurança, mas agora acho que ela tem outro, e você está sozinho pelo jeito. — O homem riu da cara de Drake.
Drake bebeu bastante, queria punir Stephanie de alguma forma, ele estava fora de si, pela raiva e pela bebida. Saiu com o carro e quando percebeu estava na porta de Stephanie.
— Drake, o que faz aqui a essa hora?
— É minha mulher, meus filhos moram aqui, venho quando bem entender!
— Não sou nada sua! Vá embora! — Stephanie tentou fechar a porta, mas Drake empurrou.
— Por que fez isso comigo? Por que me traiu dessa forma?
— Drake, você está louco!
Drake fez tanto barulho que o homem que estava com Stephanie acordou e foi até eles.
— Jhonson, saia daqui! As crianças vão acordar desse jeito.
— Você é um saf@do, como teve coragem de se deitar com a mulher de outro homem?
Drake não falava claramente.
— Eu e a Stephanie nos amamos, não vou permitir que venha aqui insulta-la.
— O Wilson me proibiu de mata-la, mas não disse nada sobre você.
Drake rapidamente sacou uma arma e atirou no homem. Stephanie correu para ele e tentou ampara-lo. Ele apontou a arma para ela.
— Quero meu filho!
Stephanie chorava inconsolável, queria socorrer seu grande amor, mas Drake ainda estava ali.
— Não pode levar meus filhos!
Nesse momento, Dapheny apareceu, ela tinha apenas seis anos.
— Papai eu vou com senhor, mas não machuque a mamãe!
— Não quero você sua intrometida! — Drake deu um tapa que derrubou a menina no chão, ele entrou no quarto e saiu arrastando Dave. O menino de 8 anos não questionou nada, apenas seguiu o pai.
Stephanie ligou para o chefe americano, seu primo era o único que poderia fazer algo neste momento.
— Luke! Drake enlouqueceu, matou meu marido e saiu daqui com Dave, ele pode fazer m@l ao meu menino.
Luke foi pessoalmente atrás de Drake, enquanto mandou uma equipe para recolher o corpo do homem que um dia sua amada Stephanie amou.