- Vamos, meu garotinho bonito - eu disse, fazendo-lhe cafuné - temos que nos vestir para brilhar esta noite. Elliott riu com as cócegas que eu fiz e finalmente deixou que eu terminasse de colocar os sapatos nele. Eu gostava de vê-lo rir, era o único momento em que ele se parecia com o pai, quando aquelas linhas de expressão se formavam em suas bochechas... Que nele pareciam adoráveis, em Emmett, por outro lado... eram uma arma mortal que ele sempre soube usar perfeitamente. Eu o deixei no chão e sorri quando ele foi cambaleando diretamente até o espelho e começou a sorrir para o seu reflexo. "Mas a vaidade é do tio dele, definitivamente". A porta se abriu e Emmett entrou no quarto, olhando primeiro para mim e depois para o garoto, que ficou imóvel por um segundo antes de sair correndo

