3 - My punishment

4579 Words
Imagine... Mais um dia,só mais um dia. Era o que vinha à minha cabeça assim que entrei no campus.Estudar psicologia sempre foi o meu sonho,mas eu merecia um descanso.Hoje seria o último dia para entrarmos nas férias de Julho,e todos estavam animados com a ideia. No meio do segundo horário,me retiro da sala com o objetivo de comer alguma coisa.Decido por pegar uma vitamina e um salgado delicioso de frango.Meu Deus, que delícia! E por falar em delícia,Mitchel Cave acaba de passar na minha frente,andando como se fosse o rei todo poderoso.Ele sorri para todos enquanto Clinton e Christian caminham ao seu lado. Contraí a coxa,me sentindo estúpida. Mitchel e eu temos uma linda história de amor e ódio. Tudo começou quando minha amiga Katy me apresentou o primo dela,tínhamos por volta de 16 anos.Ele era bem fofo,e gostávamos muito um do outro.Começamos a namorar e perdi minha virgindade com ele depois de 6 meses de namoro.Aparentemente Katy não havia aprovado o relacionamento,foi então que o inferno tomou conta. Ela fazia de tudo para nos ver separados,de tudo mesmo.Confesso que fui uma péssima amiga,pois ela havia me confessado que gostava dele.O pior foi quando ela tirou fotos minha com meu melhor amigo Clinton,fotos que pareciam bem íntimas como nós conversando deitados na cama,tomando sorvete,abraçados e etc.Isso fez com que o namoro fosse por água abaixo,tentei me redimir mas ele não aceitou minhas desculpas,na verdade decidiu terminar comigo,disse que Katy havia dado provas demais dizendo que eu nao era quem dizia ser.Possuída por ódio e puro ranço daquela garota,bati nela.Bati e foi a melhor coisa que poderia ter feito. Ela se fez de coitada para Mitchel,e então ficaram todos contra mim.Fiquei feliz ao saber que pelo menos ele perdoou Clinton e a banda continua firme e forte até hoje,atualmente estudam música juntos. Chateada com a lembrança decido continuar meu lanche,não quero pensar nisso agora.Vejo vultos passando do meu lado e os três sentam na mesa à minha frente,só pode ser brincadeira.Olho em volta e pelo visto era o único lugar disponível.Mereço. Ignoro e pego meu telefone,respondendo à mensagens que me mandaram à horas atrás.E então chega uma em especial. "Não arrumou o cabelo hoje? " - Clinton Ri e quase me engasgo com a vitamina. "Tinha alguns ratos lá em casa,fiz meu cabelo de ninho" - Anny Escutei sua risada e olhei para ele,também sorrindo. Apesar de tudo,nunca paramos de conversar,ele sabe que a culpa não foi minha e nem dele.Mas por respeito à Mitchel,não nos falamos na frente dele para não arrumarmos mais confusão.Mas foi emerge em pensamentos sobre o passado que meu olhar bateu no dele.Meu coração deu um salto e minha respiração acelerou por alguns momentos.Ele era intenso,eu sabia que era um desafio para sustentar seu olhar,sabia que estava ciente que as minhas risadas era por causa de Clinton. Não fingi de boba,apenas continuei encarando-o enquanto um pequeno sorriso m*****o crescia nos meus lábios. Sua raiva aumentou e seu maxilar trincou de ódio. Meu celular apitou e decidi ignorar.Uma garota do curso de direito chega e senta em seu colo,passando os braços pelo seu pescoço.Sinto ciúmes disso e aquilo me deixa com mais raiva ainda. Dou mais um mordida no meu salgado para não matar aquele desgraçado.Meu celular apita novamente. "Nojenta haha" "Vão se matar desse jeito" - Clinton " Eu mato ele primeiro " - Anny Ele olhou para trás, sorrindo travesso.Desconheço outro ser mais filho da p**a que ele. "Magrela desse jeito,não mata nem mosquito" - Clinton Ri com vontade. " Vou jogar meu sapato na sua cabeça se não calar a boca" - Anny Ainda sorrindo, olho para cima.Mitchel borbulhando de raiva. Ótimo, é tudo o que eu queria.Meu sorriso murcha quando outro nasce na sua boca e a direciona para o ombro da garota,me olhando intensamente.Meu sangue ferve com a cena.Seus dedos subindo e descendo no braço dela...aquilo me mata por dentro. Pego minha vitamina e dou um gole,deixando que uma gota caia no b***o propositalmente.Encarando-o, enfio o dedo entre os s***s,limpando e logo depois o chupo.Sua cara agora é impagável.Dou um sorriso largo em seguida,totalmente satisfeita com o resultado. Seus olhos brilhavam de pura maldade quando ele pegou o telefone e começou a digitar. Uma notificação chega em meu telefone e minha cabeça está a mil. "Irei lembrar desse sorriso enquanto faço essa garota gritar meu nome" - Mitchel. Raiva.Ciúmes.Ódio. Mágoa...não sei qual dessas palavras define o que estou sentindo no momento.Respiro fundo e ouço uma risadinha, tenho certeza que vem dele.Olho para ele e a menina está falando com o resto do grupo,provavelmente falando asneiras. Percebo que recebi mais uma mensagem de Clinton e nem havia percebido. "EU TE AMO" - Clinton. Sorrio enquanto uma ideia surgi em minha cabeça. "MENTIROSO" - Anny. Logo em seguida mando outra mensagem,dessa vez para Mitchel. " Não se incomode,nunca me lembro de você quando transo com Clinton. " - Anny. Seu rosto se tornou gélido,suas mãos segurando o telefone mais forte do que o necessário.Furiosamente ele volta a digitar. " Você merece um bom castigo garota.Não mexa comigo!" - Mitchel. Paro de respirar por um momento.Consigo imaginar mil coisas e todas elas de maneira sexual.Pressionando as coxas e sentindo um calor absurdo, volto a digitar. "Você nunca foi homem o suficiente para me por no lugar"- Anny Ele sorri enquanto digita.Me esqueço de Clinton. " Paga pra ver" - Mitchel Estou ciente de que aquilo é um desafio.Nunca fugi de um e nem vai ser agora que isso vai acontecer.Sem pensar muito,me levanto deixando o resto da vitamina na mesa.Vou em direção à Clinton, seu ponto fraco. Passo a mão em seus ombros e ele se vira,confuso. - Confie em mim. - Sussurrei antes de sentar em seu colo. - Oi pessoal! Como estão? Todos estavam me encarando confusos. As vezes olhavam para mim e depois para Mitchel. - Oi Anny... - Responderam em um uníssono baixo. Me viro de volta para Clinton,passando os braços em volta de seu ombro. - Passa lá em casa amanhã? Sinto saudades. - Dei um sorriso ao final da frase,o olhando inocentemente. Clinton por outro lado estava ciente do que eu estava tentando fazer,mas seu olhar ainda era surpreso. - Claro... - Respondeu incerto. Mostrei uma reação exagerada de felicidade,dando um beijo longo em sua bochecha. Antes de me afastar,dei uma boa encarada na cara de o****o do Mitchel. Dei um tchauzinho com a mão e me retirei com um sorriso provocativo nos lábios. Enfim eu calei aquela boca maldita. Se ele acha que é melhor que eu em provocar,acabo de provar o contrário. Paro no bebedor e bebo um gole de água.Essa brincadeira toda me deixou muito excitada e não estou nada contente com isso.Suspirando decido retomar meu caminho de volta para a sala. Não dei nem dois passos e alguém me pegou pelo braço entrando na sala de limpeza. - Aii - Resmunguei - Me solta! - Quem você pensa que é pra me fazer de o****o? - A luz acendeu e reconheci o indivíduo.Mitchel,p**a merda. Arregalei os olhos.Não imaginava que ele iria atrás de mim.Disfarço o susto. - Não te faço de o****o, você já é um. - Falo sarcástica.Mitchel trinca o maxilar e vem igual um animal para cima de mim,me vira de costas e apoio no armário à minha frente.O que ele pensa que está fazendo? - Se não me soltar eu grito! - Falei com dificuldade.Senti sua respiração na minha orelha e novamente algo se acendeu no meu ventre. - Você não vai gritar, por que está excitada pra c*****o querendo que eu te toque logo - Convencido filho da p**a. - Você se acha muito garoto.Me solta antes que eu coma você vivo. - Ao fim da frase soltei um fraco gemido misturado com surpresa assim que senti seus dentes no meu pescoço. - Eu deixo você me comer vivo se deixar eu comer você também. - Senti minha boca seca e o ar faltou em meus pulmões.Como ele conseguia fazer isso? Me esqueci de falar algo quando me deixei levar pelos beijos no meu pescoço.Isso é tão bom... - Tá mansa agora é? - Sua voz e seu jeito tão convencido me dava raiva e ao mesmo tempo me excitava.Grunindo de raiva eu o respondo: - Você é um cretino - Ele ri e uma das mãos se direciona para minha barriga.Sem perceber empinei a b***a em direção ao seu quadril,sentindo seu m****o duro.Ele suspira e dá uma mordida mais forte no meu ombro enquanto com uma de suas mãos mantém minhas duas presas pelo pulso. - Menina malvada...o que eu vou fazer com você? - Enquanto fala,sua mão sobe em direção ao meu seio direito.Respiro mais rápido e ele sabe quais são minhas condições atuais.Não respondo, meu orgulho não deixa.Mas esse t***o reprimido me deixa com muitos pensamentos do que ele poderia fazer comigo. E nesse momento, só queria ser possuída por ele. - Me diz Anny...você tem sido uma garota muito má, o que devo fazer com você? - Não respondo,não posso.Sua mão chega no meu seio quando ele afasta o sutiã tomara que caia e o massageia delicadamente.Um gemido escapa sem que eu permita,sei que isso o deixará com o ego lá em cima. Ele belisca o meu mamilo e me debato contra seu corpo. - Responde ou então eu terei que decidir sozinho!E estou tão bravo com você que não vai querer isso - Sinto sua raiva através das palavras e sei que ele não teria pena em me fazer sofrer em suas mãos.Jogo a cabeça para trás de olhos fechados,sentindo sua respiração ruidosa no meu ouvido e sua mão massageando o bico do meu peito como se para compensar a dor. - Por favor...- Implorei.Eu precisava senti-lo,precisa do fogo para me sentir viva.Tentei me soltar mas ele não deixou,eu necessitava de um toque mais específico ou morreria ali.Choramimguei. - Ahh...que pena Anny. - Ele cheirou o meu cabelo e desceu a mão pela minha barriga.Mais um pouco...só mais um pouco...- Infelizmente você escolheu a pior opção - Mordeu minha orelha e brincou com o cós da minha saia.Meu ventre contraiu em expectatividade.Finalmente aquele incômodo enorme seria aliviado.Já podia sentira sensação do orgasmo assim que sua mão adentrar a minha calcinha. Mas para minha total infelicidade e desgosto, o desgraçado se afasta totalmente de mim. - Se ajeita,vou estar te esperando no carro.Não se toque, eu vou saber se o fizer. E assim o filha da p**a me deixa sozinha,excitada e ofegante na sala de limpeza.Desde quando eu me sujeito a isso?Me sinto humilhada,mas com a necessidade infernal de me aliviar. Ele sabia do meu feitiche sobre submissão,e está se aproveitando disso agora.O odeio imensamente por isso.E por mais que eu quisesse muito,suas palavras em tom de ordem não me deixavam em paz "Não se toque " E aquilo me fazia ansiar por mais.E eu precisava de mais.Dele.Eu precisava dele,agora. Eu pensava que nunca mais iria senti-lo novamente.Suas mãos e boca em mim,me acariciando,me desejando.Eu quero isso,quero com ele.Quero que meu prazer seja todo proporcionado por ele.E foi pensando nisso que ajeitei minha roupa,normalizei minha respiração e sai de lá as pressas sem nenhuma dignidade. Cheguei ao estacionamento e avistei o seu carro de longe.Respirei fundo e continuei andando.Entrei no carro e não olhei para o seu rosto,sabia que teria um sorriso convencido naqueles malditos lábios.Ele ergueu a mão e acariciou minha bochecha. - Boa garota. - Virei o rosto e olhei para a janela desejando que partíssemos logo e acabassemos com esse sofrimento.Pelo visto ele estava bem paciente hoje.Senti sua mão acariciando minha coxa e me arrepiei.Encarei sua mão massageando a parte interna e me remexi inquieta. - Se você se comportar direitinho,não serei tão r**m pra você,entendido? - Pressionei a perna uma na outra sentindo-o chegar mais perto. - É melhor você aprender a falar ou as coisas vão piorar para o seu lado. - Sabendo que não era o que eu desejava respondi imediatamente. - Entendido - Minha voz saiu fraca e me senti patética.Ouvi seu riso satisfeito.Sádico. - Ótimo.Me entregue a sua calcinha. - Ele disse tirando a mão da minha perna.Em choque me direcionei à ele. - Não! - O que ele planejava fazer com minha calcinha? Não vou sair pelada por aí!Maluco. - Ok,você decide - Seu tom me deixou saber que ele não estava nada contente com minha resposta.Eu não merecia mais castigos por não obedece-lo,mas disposta a receber uma boa recompensa depois,mudei de ideia imediatamente. - Não!Espera...- Falei assim que ouvi o ranco do motor.Ele me olhou com a sombrancelha erguida,esperando. Suspirei e calmamente retirei a calcinha,com vergonha e borbulhando por dentro.O entreguei sem olha-lo. - Está tão molhada...me deseja tanto assim? - Riu sarcástico e guardou a maldita da calcinha no bolso. Não respondi,ainda tenho meu orgulho. O carro arrancou e saímos da faculdade.Durante dez minutos ninguém disse um "a".Maroon 5 tocava na rádio e nem isso me distraia.Estava muito excitada apenas de estar ao seu lado sem calcinha.A forma como ele segurava o volante me deixavam imaginar como seria ele pegando na minha cintura enquanto entra e sai de dentro de mim.Pressionei as coxas novamente assim que paramos no sinal.Minha cara devia ser de sofrida,eu não aguentava mais. - Estou torturando você? - Mitchel pergunta já sabendo a resposta. - Sim. - Irritada respondo.Quando ele vai começar a fazer algo aqui? - Abra as pernas . - Diz tranquilo como se não estivéssemos no trânsito.Olho para ele,zonza.Se passa um tempo e faço o que ele pede. - Se toque. Levo um tempo para digerir tudo. - O que? - Não posso acreditar.Aqui?Na frente dele? - Você me ouviu. - Assim que diz isso ele arranca com o carro e levo um susto.Engulo em seco e levanto a saia.Chega,nunca fui essa garota amedrontada,estou agindo como uma virgem. Guiada pelo desejo e luxúria,levo minha mão até a i********e enquanto com a outro estímulo meu peito.Um gemido sai da minha boca e não paro de olha-lo.Por um segundo seu olhar se desvia para o meio das minhas pernas.Acelero os movimentos e consequentemente os gemidos se intensificam.Me sinto flutuando, meu corpo todo energizado.Sinto aquela corrente deliciosa em cada canto do meu corpo. Olho para seu colo e ele já está duro.Sem pensar muito aperto seu m****o. Ele se sobressai e um gemido rouco sai de sua boca.Quero ouvir mais. - Anny,para. - Ele manda.Não quero parar,quero ve-lo sofrendo igual a mim.Abro o zíper e tiro seu m****o da calça.Uau!Parece suculento. Sem parar de me tocar,passo por debaixo do seu braço e começo a chupa-lo.Ouvir seus gemidos fez o meu dia muito melhor.Senti sua mão em minha cabeça, coordenando os movimentos.Sobe e desce, sobe e desce. Chupava toda a extensão de seu m****o como se aquilo fosse o meu presente de Natal,e estava amando.Mitchel parou o carro e segurou mais forte em minha nuca,levantando a minha cabeça para olha-lo.Encarei seus olhos sentindo seu p*u tocar o meu queixo.Ele gruniu, maravilhado com a cena. - Não quero que a brincadeira acabe rápido,vamos entrar,tenho muita coisa pra fazer com você esta noite - Diz e me afasta,fechando a calça e saindo do carro logo em seguida.Mania de me deixar sozinha. Um pouco bamba saio do carro e o sigo.Só agora reparei na grande garagem de sua casa.Subimos a escada que dava direto para a sala de estar.Era tudo tão lindo,luxo puro. Seguimos subindo mais uma escada que dava para os quartos do andar de cima.Não demoramos e logo chegamos para o quarto dele.O quarto era bonito,masculino, nada exagerado.Ele não me deu tempo de pensar,logo me prensou na parede de frente à ele.Que delícia a sensação de seu corpo contra o meu.Mitchel me beijou de forma exigente,e eu retribui com tudo que eu podia oferecer.Sua mão adentrou minha saia e massageou meu clitóris.Gruni na sua boca sentindo todo aquele fogo vir à tona. - Você não volta hoje.Vou te usar a noite inteira se eu quiser,entendeu? - Assenti já não sabendo mais o que pensar ou fazer.Ele poderia fazer o que quisesse comigo,eu não me importaria.Só quero ele. Rebolei na sua mão,querendo sentir mais.Ele então enfia dois dedos para dentro de mim,e aquilo me fez pirar.Me segurei em seus ombros me sentindo bamba.Sinto meu cabelo ser puxado para trás e encaro seu rosto.Em mercê aos seus toques,o olho com puro desejo.Esse homem sabe o quanto eu o desejo. - Olhe só pra você.Está louca pra eu te fuder,não é? - Devia ser pecado,ele não deveria falar essas coisas comigo. Se soubesse o efeito que tem em mim... - S-sim - Com certa dificuldade e nenhum pudor,o respondo.Seu sorriso me diz que gostou da resposta. Faltava pouco para eu gozar,muito pouco.Já sentia aquele tremor me dominando por completo me fazendo rolar os olhos em meio à tanto prazer.Eu precisava de mais,e nem notei quando minhas mãos foram para o meu peito e minha perna se ergueu,abrindo mais espaço para seu toque.Ele me observou como se eu fosse seu brinquedinho,e céus, para te-lo ali e agora eu seria qualquer coisa. E foi pensando nisso que um orgasmo assustar tomou conta de mim.Fechei os olhos e me debati gemendo alto, sentindo aquela poderosa sensação enquanto ele não parava de me estimular.Seu nome saiu bem vindo pela minha boca e minha perna fraquejou com toda aquele prazer absurdo.Depois de um tempo já recuperada,o senti beliscar meu clitóris.Dei um gritinho e estremeci,ainda estava muito sensível e a b****a pulsando de prazer. Abri os olhos e o encarei enquanto ele levava os dedos à boca,chupando-os enquanto me encarava,não deixando de me segurar pelos cabelos,me obrigando a observar. - Me lembro bem desse gosto,delícia de mel. - Franzi o cenho.Esse cara é absurdamente sexy.Mitchel me tira da parede e me faz ajoelhar à sua frente.Encarei seu m****o se apertando contra o jeans,implorando por meu toque. - Comece a rezar,Anny. - Ele disse rouco.Entendo a mensagem e disfaço o sinto.Desço o zíper da calça,seu p*u pula para fora.O devoro sem pensar no amanhã.Mitchel geme enquanto minha boca não para um segundo de chupa-lo.Dou lambidas por toda a sua extensão,sentindo-o.Faço tudo encarando-o,desafiando-o a aguentar mais. Mitchel me encara como se a qualquer minuto fosse me devorar. Não que eu vá reclamar,obviamente. Dou uma sugada bem forte na cabeça do seu p*u e ele joga a cabeça para trás, sei que esse é o sinal de que vai gozar. - Vem aqui. - Ele pede e me levanto,o encarando enquanto limpo o canto do lábio. Isso o deixa louco,logo me joga de bruços na cama. - Não se mova. - Fico parada enquanto o ouço tirar a roupa e em seguida,o barulho de uma embalagem sendo aberta. Sei que está chegando a hora e minha b****a contrai em expectativa. Sinto a cama afundar e sua mão acaricia meu traseiro.Empino em direção ao toque e ele me dá um tapa,gemo em surpresa. - Eu disse não se mova! - Ordenou.Quase o mandei à merda,mas eu precisava muito desse cretino. - Mãos para trás. - Sem protestar faço o que ele pede.Ele a amarra e saber o que ele pretende me deixa com mais t***o ainda.Ele me puxa pela cintura para cima e fico de quatro. Em todos esses tempos, desde que brigamos e senti meu orgulho sendo ferido,nunca imaginei que ficaria de quatro totalmente à mercê desse desgraçado.Ele me tinha na palma da mão e ao mesmo tempo que eu amava,eu odiava isso.Mas apesar de tudo eu confiava nele,sabia que não faria nada que me ferisse de verdade ou que eu não quisesse.Nos conhecemos há um bom tempo e sei que ainda nutre sentimentos por mim. - Eu sei que está brava por estar assim tão submissa. - Mitchel desceu as carícias novamente para minha entrada,me fazendo contorcer os dedos dos pés.Fechei os olhos,saboreando aquela sensação.Estar naquela posição me irritava,mas me excitava mais ainda.- Mas você precisa de um pouco de disciplina,e só eu poderia coloca-la no lugar. - Me deu um tapa estalado atrás da coxa e tremi,incrivelmente sentindo prazer com aquilo. - Vivia me provocando...você já deveria saber que não se deve mexer comigo garota. - Senti seu m****o cutucando a minha entrada e gemi, empinando a b***a mais ainda.Estava ciente do seu sermão,mas não tinha fôlego para falar.Apenas escutava o seu tom cheio de raiva e desejo. - Hoje você vai ficar aqui e vou te fuder a noite toda.Esse é seu castigo.Você não vai reclamar, pois vai amar cada segundo disso. - Devagar ele adentrou em mim,choraminguei querendo mais.Não negaria uma palavra,eu precisava dele,e passar a noite toda sentindo suas carícias me parece o paraíso. - Eu não vou parar até estar satisfeito,vou te fazer ver estrelas e esquecer seu próprio nome. - Foi então que as estocadas brutas começaram.Gritei quando o prazer me atingiu.Não ligava se estava alimentando seu ego,ele estava em mim e era isso que importava. Mitchel segurava na minha cintura enquanto entrava e saia ,faminto como um animal.O prazer era tanto que eu enxergava preto, a cada espasmo eu gemia alto seu nome.Aquilo não podia ser real...Era tão bom,tão surreal. Senti uma ardência na virilha e não me importei.Ele se inclinou sobre o meu corpo enquanto me comia como um maníaco, e apertou meus seios.Me lembrava bem da sensação de ser possuída por ele,sempre foi bom,mas nunca tão selvagem e intenso.O ódio acumulado estava todo sendo depositado pelos seus movimentos com o quadril. Já não tinha noção do tempo,nem dos sons que saiam pela minha boca e da dele.Senti uma lágrima no canto dos olhos quando novamente sinto uma pressão gigantesca no ventre,dessa vez mais forte que a outra.Gozei de uma forma tão intensa que senti que poderia desmaiar ali mesmo.Suas estocadas continuaram até o tremor passar,meu corpo se debatendo às cegas não sabendo lidar com a intensidade daquele orgasmo. O senti saindo de dentro de mim e solucei, não sabendo se pedindo por mais ou uma pausa para respirar.Meu corpo foi virado de barriga para cima e Mitchel afastou os cabelos do meu rosto.Ainda me sentia fraca e trêmula quando o encarei. - Minha gatinha já cansou. - Ele passa a mão pela minha cintura enquanto m*l consigo me mexer.E isso não só por que minhas mãos estão amarradas.Mitchel deixa um selinho carinhoso nos meus lábios e os desce em direção ao meu pescoço.Ele lambe, chupa e mordisca a vontade.Aperto a coxa em sua cintura, me sentindo inquieta.Gostaria de toca-lo também. - Me desamarra,por favor - Peço em sussurro.Mitchel ri do meu desespero e n**a com a cabeça. - Por favor...eu preciso...eu quero... - Shhh... - Me interrompe colocando um dedo nos meus lábios. - É seu castigo minha linda. - Diz carinhosamente,me deixando furiosa. - Você não merece tocar em mim.Se for boazinha posso pensar a respeito. - Assenti com a cabeça e movi o quadril,querendo mais.Ele sorriu m*****o e segurou o pênis, acariciando meu clitóris.Joguei a cabeça para trás e abri a boca em formato de "O" - Você é tão gostosa. E minha,só minha. - Disse com posse. Não neguei,nunca negaria aquele fato. - Por favor. - Implorei. - Por favor o que? - Ele disse esperto,mordendo o bico do meu peito. - Me fode,por favor. - Disse em um tom desesperado,o sentindo pressionar meu c******s com mais força. - Implora mais Anny,quero ouvi-la implorando por mim. - Filho da p**a! - Me fode logo seu idi... - Nem foi necessário continuar.Mitchel se ajeitou e simplesmente me invadiu me fazendo quase engasgar com um soluço.Ele me invadia com a mesma brutalidade, dessa vez devorando meus s***s e esfregando meu c******s com força. Me debatia em seus braços, não sabendo como reagir á aquele t***o todo.Tão bom que chegava a ser agonizante. Era como o inferno e o céu se juntando. Ele mudou de posição atingindo meu ponto G.Gritei seu nome surpresa com o choque.Suas estocadas ficaram mais firmes daquela forma.Nos encaramos enquanto ele me fazia sua. - O Clinton te fode melhor? - Um tapa na coxa - Me fala! Ele te come melhor que eu? - Neguei com a cabeça desesperadamente. - N-não...eu nunca...n-nós nunca - Parei de falar quando senti o orgasmo se aproximando.Arqueei as costas abrindo a boca em um som mudo.Intenso,muito intenso. - Não goza! - O que?Ele não podia fazer isso comigo! - Por favor! - Implorei sentindo uma lágrima escorrer.Era como uma tempestade dentro de mim,eu não podia segurar,não com ele metendo em mim dessa forma tão rude,tão gostosa. Ele desacelerou os estímulos e gritei de ódio. - Deixo você gozar,se confessar pra mim o que sente,e toda a verdade da história. - Me debatia choramingando.As mãos presas só me deixavam mais irada.Sentia o orgasmo muito próximo mas nessa velocidade não dava. - Mitchel... - Resmunguei seu nome.Não era hora para isso. - Por favor. - Rebolei no seu pênis e ele parou de estimular o c******s para me segurar pela cintura.Ele entrava e saía muito devagar e aquilo estava me matando por dentro. - Você escolhe. - Ele parecia determinado .Rolei os olhos quando novamente ele beliscou meu c******s,insinuando que poderia me levar aos céus. - Katy gosta de você...ela não quis que...- Dei uma pausa para gemer quando seu m****o foi fundo em mim e recebi um tapa na coxa. - Diz a verdade! - Ele gruniu com raiva. - É a verdade,ela te ama Mitchel. - Seus movimentos pararam e ele me observava,totalmente sério. - Ela não quis que ficássemos juntos por causa disso.Inventou várias coisas,até a história sobre Clinton e eu. - Mitchel fechou a cara e apertou minha cintura com ciúmes. - Se era mentira por que beijou ele? - Recomeçou os movimentos com o quadril,entrando e saindo.E sei que isso era para me marcar como sua ,sei que ainda me ama e não quer que eu seja de mais ninguém.Perdendo o foco da conversa,jogo a cabeça para trás gemendo,sentindo seu m****o delicioso me penetrando. Mitchel me puxa pela nuca me obrigando a olha-lo. - Me responde! - Movido a raiva suas estocadas estão mais brutas novamente. - Para te fazer ciúmes. - Com muito dificuldade consigo dizer.Novamente sinto o orgasmo se aproximando. - Ele já te comeu antes? - Por que ele ainda me tortura com perguntas? - Não...foram apenas...apenas - Me mexo inquieta com um espasmo. - Beijos...- Consigo terminar de dizer,soltando um gemido alto ao fim da frase.Ele já se move como um animal em cima de mim e acho que nem se dá conta disso. - Você é minha. - Diz com possessividade. - Você é meu. - Digo no mesmo tom.Mais um pouco e eu gozaria. - Sempre fui seu,Ann. Foi após essa confissao que gozamos juntos.O escutei gemer meu nome enquanto eu ia aos céus.Me sentia dormente,como se tivesse sido drogada.Me desliguei de tudo por alguns longos minutos.Eu estava no paraíso,e não queria voltar nunca mais. Voltei a si quando seu corpo desabou sobre o meu.Uau,essa foi a melhor transa de todos os tempos.Nem penso em dormir hoje,não quero.Apenas quero senti-lo mais e mais. - Eu te amo - Paralisei e meu coração bateu forte.Demorei um longo tempo para analisar aquela informação para responde-lo de volta. - Eu também te amo. - Mitchel levantou a cabeça e me beijou carinhosamente,contente com minha resposta. - Acho que já pode me desamarrar. - Ele riu e me virou de costas,tirando a amarra de meus pulsos.Me girou de novo e deixou um beijo depositado ali. - Dessa vez você conseguiu me deixar cansada. - Rimos. - Nós ainda não terminamos - Disse brincalhão. - Tem razão, ainda não terminamos.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD