capítulo 13

1071 Words
Klaus Klaus- fica tranquila, hoje você é a minha convidada, quero se sinta a vontade. falei alisando seu rosto, me segurando para não beijar aquela boca rosada. Aurora- está bem eu fico, mais preciso avisar a minha tia primeiro, pra ela não ficar preocupada. Klaus- faça isso sim, infelizmente eu preciso descer para me despedir dos meus convidados, você vai ficar bem aqui sozinha? perguntei analisando sua resposta. Aurora- vou sim, pode ir, eu já estou me sentindo melhor, e além do mais, você já fez muito por mim hoje. ela falou baixando o olhar, que vontade de tomar ela pra mim, por inteira, ela levantou do meu colo, o que me deixou com um nó na garganta, eu queria que ela fizesse dos meus braços a sua morada. ficou em pé na minha frente com o Blazer do smoking na sua frente cobrindo os seus s***s expostos. Aurora- senhor Klaus, obrigado por tudo, o senhor é bem diferente do que as pessoas falam. ela disse me lançando um sorriso tímido. Klaus- eu garanto a você que não sou nada do que as pessoas falam, eu sou muito pior, mais tô tentando ser melhor para você, não abuse disso Aurora. falei sério, atravessando sua alma apenas com o olhar, ela ficou me olhando sem entender direito sobre o que eu estava falando. Eu saí da biblioteca e deixei ela sozinha ali, e fui até o salão me despedir de todos os convidados ainda presentes, eram muitos mais a maioria bêbados, o prefeito ainda não foi embora para o meu azar e veio até mim falar comigo, me mantive sério e calmo. prefeito- que baile maravilhoso meu caro Klaus, estava tudo expendido. ele dizia sorrindo Alegre. Klaus- que bom que gostou, pretendo fazer mais vezes. falei tranquilo. prefeito- maravilha, eu já ia me esquecendo, o senhor viu o Davi meu filho? Aquele ali está sempre atrás de mulher, uma verdadeiro garanhão. disse todo orgulhoso, como se isso fosse um qualidade. Klaus- ( Davi foi embora com uma prostituta americana, enquanto você estava aqui se divertindo, e você não vai ir atrás dele, por que ele está envolvido em um escândalo que pode arruinar a sua campanha). plantei um pensamento breve na cabeça do prefeito, ele saiu um pouco tonto de perto de mim e foi até embora, tão cedo ele não volta a falar nesse Filho. quando a casa ficou vazia de novo, com somente eu e a Barbara, e a Jordana e o Oscar, os funcionários da mansão Rossi, eu chamei apenas as meninas para uma conversa, na cozinha e dispensei o Oscar para descansar, eles são meus funcionários a alguns anos e todos sabem quem eu realmente sou. Klaus- estou com uma convidada importante na casa, quero que ela se sinta muito bem acolhida, ela passou por um trauma está noite e está um pouco abalada, preciso de uma voluntária para emprestar uma roupa de dormir para ela. ouve um longo silêncio pairando no ar.... Klaus- e então? estou esperando uma voluntária. perguntei impaciente. Barbara- mais senhor, uma humana estranha nessa casa pode ser perigoso, o senhor pode se expor, ninguém deve saber da sua verdadeira natureza. ela falou frustrada, e na sua cabeça eu ouvia claramente. " quem será está estúpida, que acha que vai ficar aqui de gracinha com o meu amo, eu acabo com ela antes mesmo do dia clarear." Klaus- Barbara não quero a sua opinião nem tão pouco ciúmes, ou você já sabe, coloco você no olho da rua. falei irritado. Barbara- me perdoa senhor. falou baixando bem a cabeça. escutei os pensamentos da Jordana também. " quem será a pobre vítima desse demônio agora?" Klaus- Jordana eu adoro ser chamado de demônio, mais em voz alta, soa bem melhor. dei uma piscada pra ela. Jordana- desculpa senhor não foi minha intenção, eu tenho uma camisola, posso emprestar. falou tentando contornar a situação. Klaus- ótimo está desculpada, vá até o quarto 7 e acomode ela la com tudo que ela precisar e empreste a camisola a moça, seja gentil, mais não tão gentil como você é comigo, eu estou acostumado com seus sarcasmo, ela pode não se adaptar. falei dando um sorriso, a Jordana me odeia e odeia quem eu sou, e eu adoro isso por isso ela é a mais bem paga e não abro mão dela trabalhando comigo, me divirto com seus pensamentos sobre mim, ela saiu da cozinha disposta a fazer o que eu mandei, a Barbara ficou me encarando como se eu tivesse vendido ela a uma ceita mortal , nunca vi ela com tanto ódio, aquilo era ciúmes, a i*****l tinha esperanças tolas sobre um relacionamento futuro com a minha pessoa. Klaus- Barbara, eu gosto de ter você aqui trabalhando comigo, você é de confiança, eu odiaria, ter que mandar você procurar outro emprego, ou pior eu perder a cabeça e você conhecer o mundo dos mortos mais cedo. falei sério analisando sua expressão. Barbara- não será necessário senhor eu irei me retirar, preciso descansar. ela disse com respeito e saiu da cozinha, odeio ter que ser duro com quem eu considero meus aliados, mais as vezes é preciso mostrar quem é que manda. eu saí da cozinha e fui até o sotam pegar o cadáver do Davi, levei ele até o pátio e fiz uma enorme fogueira, me sentei em uma cadeira vendo ele queimar, aquilo era extremamente satisfatório, depois de um bom tempo ali eu fui até meu quarto tomei um banho demorado, depois coloquei uma calça de moletom cinza sem camisa, eu nunca durmo, o sono não é um privilégio dos vampiros, passo as noites em claro a décadas, isso nunca me incomodou eu apenas vário os meus afazeres da madrugada. peguei uma garrafa de whisky da minha coleção mais antiga e fui até o meu escritório, sentei recostado na poltrona e comecei a beber no gargalo, tentando , esquecer o desejo que me consome de dentro pra fora, está noite será longa. Eu não consigo não pensar nela, não consigo não querer ela cada vez mais próxima de mim, Magnos tinha razão tudo nela é convidativo, eu gosto da sua pureza e a sua delicadeza, queria poder beber o seu sangue todo até a última gota, mais também gostaria de tocar nela, queria ser o primeiro a profanar o seu corpo, apresentar a ela o desejo carnal, meu corpo inteiro treme só de pensar em trocá-la.
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