capítulo 4

1048 Words
Klaus Ouvi os paços da Barbara minha governanta subindo as escadas, mesmo tão longe eu sentia sua veia pulsando no seu pescoço, o que me deixou e******o, podia ouvir a gota do suor que nasceu na sua testa e escorreu pelo seu rosto, ela estava ofegante, depois de um tempo ela finalmente chegou na porta da minha sala e entrou, nervosa mais com um sorriso tímido, sei dos seus sentimentos por mim, sentimentos no qual eu não correspondo, vejo ela apenas como uma boa funcionária eficiente e que ainda me dá alguns privilégios, jamais sentiria algo forte ou especial por uma humana, ainda mais a Barbara. Barbara- chamou meu senhor. ela falou baixando a cabeça em sinal de reverência. Klaus- estou precisando dos seus serviços. falei me levantando da minha poltrona de couro legítimo, caminhei lentamente até ela, quando cheguei próximo ao seu ouvido eu disse em um sussurro. Klaus- prometo que será rápido. barbara- fique a vontade senhor estou aqui para o servir. depois das suas palavras sem demora minhas presas saíram pra fora e as cravei na jugular dela, sugando o seu sangue, pra mim aquilo era a coisa mais normal do mundo pois eu nasci assim e em 256 anos tudo que eu faço é isso sugar o sangue dos mortais, quando eu terminei de sugar limpei minha boca que estava suja de sangue, não suguei muito pra ela não desmaiar, nunca quis machucar a senhorita Barbara, como eu disse confio nela e ela é muito eficiente, não é um bom negócio matar quem trabalha bem, é difícil encontrar funcionários leais. Barbara - satisfeito meu senhor? ela perguntou sem jeito segurando o pescoço. Klaus- sim estou, sei que você quer abrir as pernas pra mim, mais agora não tô no clima, talvez depois. li os pensamentos e o desejos carnais dela por mim, nessa hora ela ficou sem jeito, cheia de vergonha da minha presença mais nós seus pensamentos ela já tinha me dado um chá de b****a. Barbara- tudo bem senhor, quando quiser pode me chamar. Klaus- sim, agora saia. Ela saiu pela porta e eu fui mexer no meu computador, avaliar novos investimentos, dinheiro nunca é demais, e isso também é uma coisa na qual eu me destraio. Aurora Já estou desembarcando no aeroporto da Itália, vejo minha tia toda sorridente com uma placa enorme com o meu nome, fiquei feliz me senti acolhida já na chegada, corri até ela pra abraçar ela, fazia muito tempo que eu não via ela. tia Célia- querida como você cresceu, está tão linda, um mulherão em, vai deixar os italianos loucos. Aurora- aí tia que isso, estou aqui somente para trabalhar, estou feliz de estar aqui, nossa como está frio. tia Célia- ahaa sim estamos no inverno, mas vamos indo para minha casa, fiz um chá e um bolo de chocolate para te esperar, vamos nos aquecer e no caminho você me conta tudo o que sentiu andando de avião pela primeira vez... Fomos andando até a saída do aeroporto, ali em frente estava estacionado o carro da minha fia, pude notar a neve nas ruas, apesar de gelado era tudo muito bonito como aqueles filhos românticos que passa na TV, fomos até a casa da minha tia com ela dirigindo, a casa dela era longe do aeroporto, logo que chegamos eu me encantei com sua casa era uma casa pequena, com dois quartos e sala e cozinha juntos, tudo simples mais bem aconchegante, ela tinha até um lareira pra nós aquecer, assim que chegamos ela já acendeu a lareira e serviu bolo de chocolate com cobertura pra nós duas e fez um chá bem quente de frutas vermelhas, estava uma delícia. tia Célia - você é bem vinda Aurora, aqui agora será a sua casa, fica avontade, hoje vamos descansar e matar a saudades, amanhã cedo você começa a trabalhar comigo como ajudante de cozinha, você vai gostar daqui vai se adaptar rápido, comprei algumas roupas para você, aqui é muito importante que você se vista bem isso diz muito de quem você é, faz parte da cultura. ela disse sorrindo. Aurora- nossa tia nem sei como agradecer, prometo não decepcionar você. falei animada, além de estar em um lugar novo e lindo, ainda ganhei um guarda roupa novo. tia Célia- fica tranquila tudo que precisar de ajuda me fala, eu explico como as coisas funcionam, o restaurante que você vai trabalhar é de uma gastronomia com especiarias, diferente de tudo o que você já viu e já provou mais é fácil de aprender como conhecer cada ingrediente, e você só vai fazer aquilo que eu disser até você aprender bem como são os pratos. Aurora- você fala com empolgação né tia, deve gostar de trabalhar lá né? tia Célia- estou lá a 3 anos, desde o dia em que vim tentar a vida aqui, amo o que eu faço, meu patrão é bem flexível, e o dono do restaurante que eu trabalho quase não vemos ele por lá, esteve la umas 4 vezes apenas, nesses três anos que estou aqui. Aurora- nossa quem não iria frequentemente no próprio estabelecimento para garantir que os negócios iriam bem? fiquei intrigada. tia Célia- pois é minha filha todos nós que trabalhamos lá temos está dúvida, mais ele é um homem poderoso, muito rico tem muitos negócios e acima de tudo ele é reservado, quando vai até lá não fala com ninguém, apenas fica sentado observando o movimento e depois vai embora. Aurora- ele nem ao menos come? tia Célia- nem isso menina, ele não toma nem uma taça de água mineral, como se tivesse nojo de tudo o que está sendo servido aos clientes. Aurora- muito estranho isso tia. tia Célia- é sim, mais ele é muito bonito isso ninguém pode negar ele é um colírio prós olhos todas as meninas lá ficam babando mais ele não dá nem assunto nem confiança pra ninguém. Aurora- bom espero nunca ter que cruzar o caminho dele, eu ficaria muito nervosa com alguém tão peculiar como você está me descrevendo o sujeito. tia Célia- fica tranquila ele quase nunca vai até lá, provavelmente ele nem verá você na cozinha trabalhando comigo. Aurora- tomara né. ficamos ali conversando mais um pouco, depois fui me deitar pra descansar da viagem longa. Fomos
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