capítulo 26

1025 Words
Klaus Acabo de despertar de uma noite longa de um sono profundo e confesso que dormir não é algo r**m pra mim, ainda me sinto fraco e até um pouco tonto, vou reunindo a pouca força que eu tenho para me manter em pé e vou até o lavabo, retiro minhas roupas e entro na minha banheira enorme, tomo um banho relaxante, depois de um tempo eu saio da banheira e me seco com a toalha macia, em seguida enrolo a toalha na minha cintura, e vou até os meus aposentos, a Barbara estava ali no quarto trocando a roupa de cama e pro azar dela eu não estou de bom humor. Barbara- bom dia senhor Klaus, fique esperando o senhor no seu escritório ontem para nossa conversa mas o senhor não apareceu. disse com uma voz doce, se fazendo de inocente, eu não pode ouvir os seus pensamentos, acredito que o motivo seja minha fraqueza física. Klaus- Eu não estava me sentindo bem, mais nossa conversa será rápida e simples, só queria deixar bem claro que hoje a Aurora será a dona dessa casa, ela manda e desmanda, ela fala e você obedece, sem gracinhas, sem piadas Penas faça seu trabalho, e terá seu emprego intacto. me mantive bem calmo ao explicar os termos a Bárbara, estou até começando achar que tô aprendendo o significado da palavra calma, em outras circunstâncias ela já estaria morta pela sua petulância. Barbara- mas senhor ela não sabe do seu segredo, pode se chocar e revelar ao mundo, ou pior querer mata-lo agora que o senhor está fraco, ela é uma meretriz brasileira e volúvel. ela dizia com raiva os seus xingamentos e calúnias infundadas, e eu ainda sim mantive a calma, de um monge. Klaus- deixe que eu me preocupo com isso barbara, faça apenas o seu trabalho. Barbara- e nós dois? e o que temos? não quero essa mulherzinha aqui com você, ela é uma vagabunda e não merece você como eu mereço, não pode me trocar por uma pobretona v***a, eu acabo com ela se você fizer isso. os gritos dela ecoavam no quarto, mais eu só consegui ouvir o som de desespero e ciúmes, o seu choro veio logo em seguida e o que ela não aprendeu ainda é que choro não me comove, me dá raiva, exceto o choro da minha Aurora, mandei embora a minha calmaria e fiquei com toda a raiva que só cresceu em mim ao ouvir aquilo tudo sobre a minha predestinada, a Barbara foi longe demais e agora ela vai se arrepender. Klaus- o que temos Barbara? não temos nada, eu sou um demônio que me aproveito do seu sangue e do seu corpo horrível, você não significa nada pra mim, é um lixo humano, você acha que eu gozar em você a torna especial pra mim ? eu parei por um instante pra poder soltar minha risada diabólica, depois continuei. Klaus- pra mim você não passa de um depósito de p***a, no qual eu uso a hora que eu quero, esse sou eu, devia aprender com a Jordana a ficar longe do meu escritório e longe do meu quarto, assim a uma chance de você não ser apenas usada, e nunca mais ouse ameaçar a minha Aurora. eu poderia encapsular a raiva que sentia dentro de mim, a Barbara só chorava alimentando mais ainda o pior em mim, fui caminhando lentamente pra perto dela. Klaus- tá chorando por que? se bem no fundo eu sei que você gosta disso, qual quer migalha minha é o suficiente pra você criar histórias absurdas onde você e eu teria alguma chance de um futuro patético. Barbara- você disse que precisava de mim aqui, que eu sou de confiança. klaus- Eu não preciso de ninguém Barbara só da minha Aurora, se quiser ficar fique mais saiba o seu lugar, e se quiser sair vá sem olhar pra trás, vou li conceder o privilégio de sair viva da minha casa mesmo depois dessa sua afronta, considere como uma segunda chance. Barbara- eu vou ficar senhor, vou arrumar o quarto de hóspedes pra senhorita Aurora como o senhor me pediu, prometo Apartir de agora saber onde é o meu lugar nessa casa. ela limpou seu rosto com amargura e dor, acredito que estava retomando a sua razão. Klaus- ótimo faça isso. pietra- o quarto de hóspedes é pra mim querida Barbara? ou estava esperando mais alguém meu gostoso? Pietra entra sem nem avisar ou fazer qualquer cerimônia, mascando seu chiclete como sempre, e me olhando com malícia. Klaus- Pietra eu não a esperava, está de passagem? Pietra- não querido eu vim pra ficar um tempo com você. Quando ela disse isso meu coração de pedra disparou, o que ela quer aqui logo agora? e como vou proteger a Aurora de uma vampira esfomeada feito a Pietra? as duas juntas morando na mesma casa é um risco grande para a Aurora, e logo agora que estou tão fraco, não sei se posso proteger ela. Barbara- bom com a sua licença eu vou me retirar e preparar dois quartos de hóspedes. a Barbara saiu sorridente com toda a situação, me deixando ali sozinho com a psicótica, o que já estava r**m só piorou, ela já veio pra cima de mim tentando retirar a minha toalha da minha cintura, mais eu não deixei. Pietra- qual foi príncipe das trevas, tá negando fogo agora? Klaus- eu só não estou me sentindo muito bem, estou passando por uma transição de vampiro e tenho que poupar as minhas energias. Eu não posso falar a verdade para a Pietra sobre a Aurora, por que isso só vai dar mais motivos pra ela querer matar a Aurora, além de louca e faminta ela é apaixonada por mim. Estou começando a achar que eu transei com mulheres demais, é isso agora está me afetando. Pietra- está bem, vou abocanhar o Oscar e depois conversamos sobre isso, quero que me explique direitinho o que está acontecendo. Klaus- sim com certeza. Ela saiu do quarto e eu soquei a parede com o pouco de força que ainda tenho, isso definitivamente não poderia ter acontecido.
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