Klaus
Estou sentado ainda na minha poltrona olhando a luz da lua aí invade a janela do meu escritório, ja havia bebido quase a metade da garrafa de whisky, quando me dei por conta já tinha se passado algumas horas da noite, já era madrugada, eu precisava vê-la, precisava sentir seu aroma, tocar sua pele macia, ver ela corar, ouvir o som da sua respiração, os batimentos do seu coração são como música ao meu ouvido sensível.
levantei e fui até o quarto onde ela estava dormindo, sem fazer barulho para não acordar ninguém da casa, quando entro no quarto vejo que ela está em um sono profundo, me sento na beirada da cama ao seu lado, ela ainda sem acordar ela.
notei sua respiração ofegante, e suas bochechas rosadas, ela parecia em um sonho bom ou exitante, encosto na sua mão e ela está quente, derrepente ela fala baixinho em um sussurro mais eu pude ouvir bem claro.
Aurora- Klaus eu quero você, eu preciso de você.
ela estava sonhando comigo, aquilo me fez sorrir, fiquei imaginando o que seria o seu sonho? Queria tanto invadir seus pensamentos, pra saber se tem alguma parte dela que me deseja tanto quanto eu a desejo, derrepente vejo ela acordando lentamente, forçando os seus olhos para ver melhor, ela ficou em silêncio me olhando, não aparentava estar com medo, apenas com a claridade que vinha da Janela, vi o um brilho em seu olhar.
Depois de pedir desculpas por ter assustado ela, eu tenho que me justificar, por estar em seu quarto no meio da noite olhando ela dormir.
Klaus- eu não perdi o sono, e vim aqui ver se você estava bem.
menti.
fiz um carinho no seu rosto rosado, e joguei uma mecha do seu cabelo para traz da orelha, ela permaneceu em silêncio, me olhando, com seus olhos de oceanos.
Klaus- teve algum sonho bom?
perguntei sério, não queria que ela soubesse que eu sei que estava sonhando comigo, nessa hora ela virou o rosto para o outro lado, parecia frustrada.
Aurora- era só um sonho bobo, infelizmente, nunca vai acontecer.
sua voz era triste, eu segurei seu rosto e virei de novo em minha direção e me aproximei dela sem pressa, calculando meus movimentos para não perder o controle e morder ela ali agora mesmo.
Quando meu rosto estava bem próximo do meu, eu falei.
Klaus- Eu não sei se você quer tanto quanto eu quero, e também não sei se sou capaz de me controlar.
falei sincero me referindo ao sangue dela que mexia com todos os meus sentidos, nessa hora ela fechou seus olhos e mordeu o seu lábio inferior, não pude me controlar, iniciei um beijo na boca dela, e ela correspondeu, sua língua se fundiu com a minha, o gosto era doce exatamente como imagino o sangue dela, o beijo encaixou perfeitamente, senti uma explosão de sentimentos dentro de dentro de mim, ela segurou minha nuca com uma mão e a outra ela fazia carinho no meu rosto, nunca tive nada assim em todos estes anos da minha existência.
Eu queria explorar mais, puxei ela em um movimento rápido e coloquei ela no meu colo, com uma perna dela de cada lado da minha cintura, eu segurei seu pescoço sem apertar, tentando disfarçar o som da sua veia da garganta que estava em um pulso mais acelerado, desci lentamente uma das minhas mãos até seu s***s, e pude sentir o tecido fino da camisola e por baixo seu mamilo durinho, já não era a única coisa dura ali, ela saiu do meu beijo ofegante, e foi jogando a cabeça um pouco pra traz, se entregando a um prazer do meu carinho em seu peito, eu comecei a beijar o seu pescoço, com a outra mão descendo até sua b***a grande, foi quando senti minhas presas saltando para fora, e percebi que aquilo poderá ser um caminho sem volta, eu poderia matar ela se não retomasse o controle, sem pensar direito joguei ela na parede com mais força que eu gostaria, e me levantei em um salto, enquanto ela estava no chão gemendo de dor.
Klaus- eu não posso fazer isso, você precisa se afastar de mim Aurora.
nem deixei ela responder sai do quarto apressado e fui até o meu quarto, quebrei abajur e o meu espelho enorme, eu estava com muito ódio, ódio dela ser tão maravilhosa e ao mesmo tempo ser tão atraente para o meu paladar, feiticeira dos infernos, ela quer me deixar louco, mais eu não vou permitir, eu preciso me controlar, Magnos tinha razão sobre tudo o que disse.
Aurora
Eu estava aos prantos, nunca pensei que ele fosse capaz de brincar com meus sentimentos, uma hora me beija, na outra hora me agride, é um ogro me empurrou do nada, me fez bater a cabeça na parede, se ele me odeia tanto por que ele me beijou? e o pior, foi o melhor beijo de toda a minha vida, ele me deixou completamente entregue a ele, queria poder ter ido mais além, mais depois dessa eu vou fazer o que ele disse, quero distância desse louco.
depois de tanto chorar eu peguei no sono, e voltei a dormir, no outro dia acordei com o sol na janela, fui até o banheiro ainda com a cabeça doendo pela brutalidade que fui jogada na parede, fiz minhas higiênis, tomei um banho e fiquei ali com a mesma camisola esperando alguém aparecer, pra ver como eu iria embora, não conheço nada aqui e preciso de uma roupa quente para sair na neve.
Estou deitada na cama enorme encerando o teto, e lembrando daquele beijo gostoso, e aquelas mãos grandes nos meus s***s, só de lembrar a minha calcinha fica molhada, por que meu deus eu não consigo parar de pensar nesse homem tão bipolar? como vou esquecer ele agora se tudo o que eu quero é mais daquele beijo?
estou distraída em meus pensamentos quando escuto três batidinhas na porta do quarto, tomei um susto, quem pode ser?
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