capítulo... 31

1031 Words
Klaus Fui atrás dela até a sala de visitas e quando cheguei lá sem dizer uma só palavra eu peguei ela pela sua garganta segurando firme deixando suas pernas no ar se debatendo, usando a pouca força que me restava motivado pela raiva, Pietra já havia passado de todos os limites aceitáveis e inaceitáveis. Klaus- eu pedi pra você não me fazer escolher entre vocês duas, eu pedi e olha você aqui me fazendo tirar você da minha vida pra sempre. falei sem gritar não queria que a Aurora presenciasse está cena, mais falei firme demonstrando minha fúria. Pietra- vai me expulsar daqui Klaus ou vai me matar? por que se for me matar, me mata agora. ela falou com dificuldade quase sem ar. Klaus- não pretendo matar você Pietra, formam longos anos de amizade, mais quero que deixe está casa amanhã de manhã nas primeiras horas do dia, eu não quero você aqui com suas piadas maldosas nem suas gracinhas pra cima da Aurora. Pietra- como pode pensar que você pode mudar quem você é por ela Klaus? o que te faz pensar que ela vai aceitar você do jeito que você é? você a ouviu ela disse que não se apaixonou por um monstro, até quando vai sustentar essa máscara de bom moço? nem você acredita no papel ridículo que você está fazendo por essa humana, ela nunca vai aceitar quem você é. ela cuspiu aquelas palavras sobre mim, e o pior é que ela pode ter razão a Aurora pode fazer como a minha mãe fez com o meu pai tentar me afastar dela isso seria o meu fim não serei capaz de suportar minha existência sem minha doce Aurora. Soltei a Pietra no meu tapete persa da sala. Klaus- Só some daqui antes do sol nascer. dei as costas pra ela que ficou retomando o fôlego para os seus pulmões no chão da sala. Pietra- pode ter certeza que isso não acaba aqui Klaus. Não respondi as ameaças infundadas dela, não estava sendo fácil expulsar a Pietra da minha casa, da minha vida ela me fez companhia em muitos momentos da minha existência e se não fosse pela presença da Aurora talvez ainda seríamos grandes amigos, eu sai da sala em direção a escada, precisava ver como a minha Aurora estava. Aurora Estou saindo do banho quente que tomei para acalmar meus nervos, me sequei e me enrolei na toalha de banho ainda com meus cabelos molhados e fui até o meu quarto pegar o meu pijama que eu esqueci encima da cama. Quando estou me aproximando da cama escuto a porta abrir e se fechar atrás de mim, quando eu me viro pra ver quem é, é o Klaus. Klaus- Desculpa eu não sabia que não estava vestida. ele falou com a voz falhando como se estivesse lutando contra algo incontrolável dentro de si mesmo. Aurora- eu só estava tomando banho. falei simples. Klaus- se quiser eu posso sair. a ideia dele sair me incomodou um pouco. Aurora- não, está tudo bem pode ficar. Ele sorriu fraco, foi lentamente caminhando até a minha cama e sentou na beirada da cama sem tirar os olhos de mim analisando cada detalhe como se quisesse decorar na memória. Klaus- Peço desculpas pela Pietra no jantar de hoje, ela vai sair dessa casa amanhã pela manhã. Isso me trouxe um certo alívio confesso, mais não tirou a sensação estranha que estou carregando desde o jantar. Aurora- Bom isso não muda a forma como ela me tratou. Klaus- não vai mais precisar lidar com isso, eu garanto a você que ninguém mais vai desrespeitar você nessa casa Aurora. Aurora- O que está acontecendo aqui Klaus? por que tudo parece tão estranho? você não se alimenta nunca na minha frente, tem mulheres obcecadas por você espalhadas pelo mundo todo e por que todos acham que você é o próprio d***o na terra? e o pior você parece que gosta desse papel de vilão, quem é você de verdade Klaus? preciso de respostas. falei irritada próxima a ele segurando a toalha branca para não cair do meu corpo que ainda estava nu e molhado. Ele fez um movimento rápido e me colocou no seu colo sentada de frente pra ele sem deixar a toalha cair do meu corpo, com uma mão segurou a minha cintura e com a outra mão segurou minha nuca, seus olhos estavam cravados nos meus. klaus- Eu sou perverso e c***l com quem preciso ser e não sei sentir pena ou compaixão por ninguém, sou o oposto de você Aurora e talvez isso nunca mude, mas vou sempre dar o melhor de mim pra você por que eu te amo, amo como nunca amei ninguém antes, amo como se minha existência dependesse disso, esse sentimento em mim é algo do qual não estou familiarizado e preciso que tenha paciência comigo. Ele falou com doçura, colocando uma mecha do meu cabelo pra atrás da minha orelha, foi o suficiente pra me convencer de que não precisava entender tudo, apenas esperar o tempo trazer as respostas. Aurora- eu também amo você Klaus, e posso ser mais paciente se me mostrar mais do seu amor por mim. Fui me aproximando do seu rosto, da sua boca, tomei a iniciativa de beijar a sua boca fria com goto de vinho, sua língua se envolveu com a minha sem me afastar ou me interromper, sua mão fazia carinho na minha nuca puxando de leve meu cabelo aprofundando mais o beijo molhado, sua outra mão que estava na minha cintura agora estava na minha coxa apertando com força, o calor foi aumentando pra nós dois senti sua ereção nas calças notei o quanto ele era grande, continuamos naquela conexão intensa do beijo que esperei o dia todo para ganhar, eu tirei a sua mão da minha perna e coloquei no meio das minhas coxas bem próxima da minha i********e, já não queria esperar mais nada, só queria senti-lo em mim. Ele sem parar o beijo pousou a sua mão de leve na minha v****a que estava depilada e completamente molhada de t***o, foi quando senti uma dor de leve nós meus lábios ele me mordeu.
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