ADÃO Tê-la assim nas minhas mãos fazia-me delirar de puro deleite emocional. — Diga-me, se eu a tocasse na b****a agorinha mesmo, invadindo essa saia de estudante xadrez, cobrindo até os joelhos de forma puritana, sentiria seu melzinho escorregando nas dobras rosadas dela? Quero lambê-la, deixa? — A-Adão... — Gaguejou trêmula. Quando finalmente abri a carreira de botões da sua camisa e minhas duas mãos correram para enche-los dos seus s***s, a batida da porta interrompeu a nossa pequena e deliciosa travessura s****l. Paralisando meu ato obsceno. Eva se libertou do transe, querendo de imediato sair do meu calor, mas não deixei. — Adão, vão nos pegar aqui. — Murmurou tentando se desvencilhar de mim. — Calma querida Eva. — Tentei tranquiliza-la soltando uns beijos no seu pescoço

