ALINE SANTA CRUZ Quando virei o rosto para saber o que o meu empresário do coração olhava, de imediato avistei a coisinha insignificante sendo ajudada igual velha de asilo. Só que a coitada estava completamente maquiada, infelizmente precisei admitir lá no fundo do meu ego, o tanto que a roceirinha de Goiânia estava divinamente bonita, mesmo parecendo estar se sentindo m*l. Afinal, o que essa menina fazia aqui? — Mas o que... Caim largou minhas mãos de qualquer maneira para ir ao encontro desta forasteira. Caminhei tentando em vão seguir seus passos largos, o homem era alto pra caramba, para conseguir beijá-lo quase precisei usar uma escada, ou, treparia nele, igual se faz numa árvore. O pensamento de trepar ganhou vida, fantasiando as loucuras que poderíamos estar fazendo juntos no

