Cristian — Sim. Murmurei no fone e segurei-o com o ombro próximo ao ouvido enquanto os meus dedos digitavam pedidos no computador sobre a mesa. — Cristian. Franzi a testa e acalmei os meus dedos enquanto tentava filtrar a voz. — Você sabe quem é? Do outro lado, um zumbido que reconheci, provocado pela compaixão, infiltrou-se nos meus ouvidos. — Você é um homem estranho, Cristian. Ela fez uma pausa e fiquei me perguntando por que ela ligou para o número do meu escritório em vez do número pessoal com o qual ela estava acostumada. E como dia*bos ela conseguiu o número do meu escritório? — Não recebi a sua ligação ou mensagem de texto. Olhei para a xícara de café que encontrei na minha mesa naquela manhã, cortesia de Edith. Eu nem tinha tomado um gole, mas queria muito. Não sei por que

