— Vocês são especiais. Revirei os olhos e as duas riram. A palma quente de Julieta pousou na minha coxa. Respirei aliviada enquanto ele massageava a minha coxa, me dando uma forma silenciosa de terapia. Edith e eu logo começamos a conversar sobre a sua infância, deixando a Julieta o sigilo de deslizar as mãos pelas minhas coxas, acariciando as minhas calças. O primeiro movimento do polegar me fez limpar a garganta e me ajustar. Acho que é hora de Edith ir... — Muito obrigado. Sorri para Edith, que estava pegando a sua bolsa na varanda da frente. — Julieta parece muito melhor. — Não é grande coisa. Ela está passando por um momento difícil e precisa de garantias. Tudo ficará bem. — Eu sei que ela vai. Fechei a porta um pouco. — Tenha uma boa noite... — Você também. Quase corri escada

