Julieta Marco pareceu surpreso com as minhas palavras. Pisou no freio com tanta força que voei para frente... Bem, na verdade não, mas bati a cabeça no porta-luvas e quase fiquei com o nariz sangrando. — O que diabos você acabou de dizer, Julieta?! Ele se virou para olhar para mim, parecendo não esperar que aquelas palavras saíssem da minha boca. Ele não parecia bravo, analisei. — O que aconteceu? Esfreguei a minha testa e franzi a testa. — Por que você pisou no freio de repente? Esfreguei a minha testa furiosamente. — Sinto muito. Disse ele, com expressão culpada. — Como está a sua testa? Você bateu com muita força? — Não, está tudo bem. Suspirei, ainda esfregando a testa até ter certeza de que devia estar vermelha por causa da fricção dos meus dedos. — Fiquei simplesmente chocado

