Ele suspira. — Não é a mesma coisa sem você aqui, Julieta. Não se preocupe, da próxima vez que eu voltar aqui, trago você comigo. — É uma promessa! Não se atreva a quebrá-la! Apontei a colher para o telefone, pensando que ele pudesse ver. A sua risada me fez sorrir. — Eu nunca vou esquecer isso. Dro*ga! Você não me deixaria fazer isso. Ele riu mais uma vez. — É melhor mesmo. — Então... como você está? Você tem alguma fofoca interessante para me contar? — Claro! Tomei uma colherada de sorvete, tentando acalmar o meu coração acelerado antes de soltar a bomba. — Você não vai acreditar nisso, Marcos! — Que? O se tom parecia curioso. — O que aconteceu? — Por que você não adivinha? Peguei outra colherada de sorvete, tentando não corar muito enquanto esperava que ele dissesse alguma coisa.

