— Quem é? Um dos homens perguntou, apontando para Marco com uma mão enquanto segurava a sua arma com a outra. Se eu tivesse dado a ordem, Marco teria levado um tiro ali mesmo. — Ele é quem vai nos mostrar o caminho. Vamos. Caminhamos com cuidado e entramos na floresta. Não percebi que estava respirando rápido até que Marco sinalizou para eu me acalmar. Poucos minutos depois chegamos a um prédio. O telhado estava incompleto e os blocos pareciam que iriam desabar a qualquer momento. — Espere pelo meu sinal antes de fazer qualquer coisa. Sussurrei para os homens enquanto pegava o meu telefone com as mãos trêmulas. Aproximamo-nos do edifício na ponta dos pés, com cuidado, para não denunciar a nossa presença. Um dos policiais parou na porta da frente. Que parecia ter sido comida por cupi

